Um estudo apresentado em 2004 – e revisto em 2005 – pelo Grupo de Projecto Alqueva Agrícola (GPAA), supervisionado pelo Ministério da Agricultura, destaca a viabilidade na zona de outras culturas bioenergéticas baseadas nas produções de sequeiro (trigo e cevada) e nos produtos provenientes da limpeza de matas para a produção de bioetanol.
Só na zona de influência de Alqueva, avança o GPAA, existem 390 mil hectares de sequeiro onde é possível produzir trigo e cevada que dariam para mais de 200 milhões de litros deste biocombustível. Em Espanha, onde opera a maior empresa mundial do sector, os cereais de sequeiro, trigo mole e cevada já são as principais matérias-primas utilizadas para a produção de bioetanol. Resíduos agrícolas como a palha de cereais e os diversos bagaços também são uma reserva com um potencial bastante significativo para Portugal, conclui o estudo.
Fonte: Público
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