O ministro da Agricultura admitiu ontem que a Floresta e o Vinho são dois dos sectores mais prioritários para Portugal. Jaime Silva acrescentou que também se terá de prestar grande atenção ao olival é à hortofruticultura, acrescentando esperar que no próximo QCA Portugal possa beneficiar de um envelope financeiro de 500 milhões de euros anuais para o desenvolvimento rural. O titular da Agricultura referiu que em 2006 o Ministério vai ter uma nova orgânica. Adiantou, desde já, que caberá a uma Direcção Geral dos Recursos Florestais ser o interlocutor único para o sector, adiantando que quando chegou ao Ministério existiam quatro ou cinco entidades que distribuíam o dinheiro do Programa Agris, que em Março tinha já 90 % das suas verbas comprometidas. Para fazer face ao impacto negativo da seca, Jaime Silva anunciou várias medidas, designadamente a importação pelo INGA de 400 mil toneladas de cereais forrageiros para as rações . O ministro assegurou que apesar da perda de algumas produções se r de 50% a quebra do rendimento não chega aos 35 %.
Fonte: DN
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