O ministro da Agricultura afirmou hoje que a verba para promover a competitividade do sector terá 45 a 55 por cento do total do orçamento do próximo Quadro Comunitário de Apoio, de 500 milhões de euros anuais.
Jaime Silva explicou à agência Lusa que “45 a 55 por cento do total dos 500 milhões de euros, por ano, vão para o eixo competitividade”, ou seja, será o eixo com “mais fundos”.
E o ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas desafiou hoje o sector das hortofrutícolas a aumentar a produção e a exportação e apostar na competitividade.
No eixo da competitividade, os produtos hortofrutícolas são uma das quatro fileiras prioritárias juntamente com a floresta, vinha e olival.
O ministro participou hoje num encontro promovido pelo Centro Operativo e Tecnológico Horto Frutícola Nacional e pela Associação Nacional das Organizações de produtores de Frutas e Hortícolas, em Alcobaça.
Neste encontro Jaime Silva exortou os profissionais e empresas do sector a responder “com dinâmica” ao desafio de adaptar-se ao mercado, ganhar dimensão para “ter capacidade de negociar”, pois o comércio destes produtos é feito “através de grandes cadeias de distribuição”, como referiu à agência Lusa.
“Não basta candidatar-se ao eixo produção, mas há que ter em conta a estrutura do mercado”, fez questão de explicar o ministro.
E para cumprir a competitividade, os produtores não podem esquecer “a lógica de fileira e um factor importante, a água”, principalmente quando as condições climatéricas têm sido difíceis, acrescentou.
Jaime Silva propôs aos produtores deste sector a definição de metas “num horizonte de quatro a cinco anos” e exemplificou áreas de aposta como a inovação.
Fonte: Agroportal
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