O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) emitiu previsões para a colheita de cereais e oleaginosas do Brasil, estimando reduções das superfícies cultivadas com soja e milho.
Actualmente, os agricultores brasileiros estão a colher uma grande parte dos cultivos de cereais e oleaginosas e assim continuarão durante o mês de Março e a primeira parte de Abril. Sabe-se que esta campanha está caracterizada por uma situação de baixos preços e maiores custos de produção, o que resulta numa menor rentabilidade.
Além disso, é esta conjuntura que leva o USDA a concluir que as superfícies de soja e milho deverão sofrer reduções.
No que diz respeito à soja, prevê-se uma produção de 58,5 milhões de toneladas, contando-se uma redução da superfície de quatro por cento em relação ao ano passado, cifrando-se nos 21,5 a 21,9 milhões de hectares.
O Agrodigital avança que o rendimento previsto por hectare anda pelas 2,67 toneladas, um valor que se encontra ligeiramente acima da média dos últimos cinco anos, em que as produções se debateram com condições de seca. Cerca de 43 por cento do total da superfície foi ocupado com variedades geneticamente modificadas.
Quanto ao milho, o USDA estima uma produção de 41 milhões de toneladas, que ocuparam 12,8 milhões de hectares. Este valor representa mais 11 por cento do que os dados referentes a 2005, comportando um rendimento médio de 3,2 toneladas por hectare.
Fonte: Agrodigital e Confragi
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