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Descargas de pescado aumentaram 13,3% no ano passado em Portugal

2011-05-12
 
Valor médio do peixe caiu quase oito por cento, mas foi compensado por uma maior eficiência da frota nacional. Sardinha continua a ser a espécie de eleição e Matosinhos lidera.

O preço médio do pescado descarregado em Portugal no ano passado caiu quase 8 por cento, mas a facturação global da frota aumentou. É a consequência de um ano em que a produção global conheceu um incremento de 13,3 por cento - de 152,1 mil toneladas, em 2009, para 172,3 mil toneladas, em 2010.

Este desempenho, revelado pela Direcção-geral das Pescas e Aquacultura, traduz um aumento claro de eficácia face ao ano anterior - claramente desastroso -, mas não foi ainda suficiente para chegar aos registos de 2008. Nesse ano, a produção da frota nacional ultrapassou as 177 mil toneladas, fruto de condições climatéricas muito favoráveis e um estado dos stocks muito mais saudável do que nos dois anos subsequentes.

As águas da plataforma continental continuam a ser o principal sustentáculo da armação portuguesa. Em 2010, deram às redes 148 mil toneladas de peixe. Seguem-se os Açores, com quase 20 mil toneladas (o dobro do conseguido em 2009), a Madeira (4700 toneladas) e a Espanha (250 toneladas). Em claro recuo estão os pesqueiros do Norte de África, que em 2008 representaram quase 660 toneladas e, no ano passado, ficaram-se pelas 18,5 toneladas.

A pesca nesta área é feita debaixo dos acordos celebrados pela União Europeia, que é obrigada a respeitar uma série de condições quanto ao funcionamento da frota - a presença de cidadãos dos países que controlam cada zona económica exclusiva é uma delas. Muitas vezes, estas condições não agradam aos armadores nacionais, que assim preferem buscar outros destinos.

Sardinha lidera

Há vários anos alvo de medidas preventivas que visam preservar o equilíbrio dos stocks - nomeadamente através de um defeso anual de dois meses -, a sardinha continua a ser a espécie de eleição dos pescadores portugueses. Em 2010, foram descarregadas nos portos portugueses 64 mil toneladas, o que corresponde a 43 por cento do total nacional. Seguem-se a cavala - que tem pouca saída para o consumo directo das famílias, mas é fundamental para a indústria de conservas -, com 22 mil toneladas, o carapau (11,7 mil) e os polvos ((10,6 mil). Peixe-espada, berbigão, atum, pescada, raias, faneca e, até, tubarões são outras das espécies que compõem o cardápio da frota nacional.

O preço médio da sardinha à saída da lota rondou, em 2010, os 0,64 euros por quilo, enquanto o da cavala, ficou pelos 0,25 cêntimos. Numa outra latitude de preços, encontram-se os polvos (3,58 euros), o atum (2,7 euros), a pescada (2,65 euros) e a raia (2,31).

Com uma extensa frota a operar na sardinha, o porto de Matosinhos voltou a ser, no ano passado, o mais eficiente do país. Lá foram descarregadas 35 mil toneladas de pescado, praticamente um quarto do total nacional. Seguem-se Figueira da Foz, Sesimbra, Peniche e Olhão.

Com uma forte componente de marisco, atum e polvos (peços médios mais elevados), os portos do Algarve são aqueles que conseguem maiores rentabilidades na operação pesqueira, apesar de relativamente menor tonelagem descarregada ao longo de um ano.

 
In Público
 
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