O estudo que foi publicado na edição on-line da Food and Chemical Toxicolog (especializada em ciência e tecnologia dos alimentos), foi desenvolvido na área de Imunologia da Universidade de Jaén.
Jose J. Gaforio, investigador responsável pelo trabalho, destaca que os estudos epidemiológicos realizados previamente, demonstram que existe uma correlação inversa entre o consumo de azeite virgem e a incidência do cancro da mama, mas até o momento, não se sabe com exactidão que compostos presentes no azeite virgem, são os que possuem esta capacidade de prevenir o cancro de mama nos seres humanos.
“Os nossos resultados revelam que o escualeno, presente em concentrações elevadas no azeite virgem, poderia ser o responsável, pelo menos parcialmente, deste efeito preventivo e da incidência baixa do cancro de mama nas comunidades que consomem a Dieta Mediterrânea, ao diminuir o stress oxidativo nas células epiteliais da mama e ao proteger o seu DNA dos danos oxidativos. É necessário ter presente que o stress oxidativo foi associado com a génesis dos processos tumorais, explica Gaforio.
Fonte: Agroportal
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