UE: Informação sobre resíduos fitossanitários volta a confirmar segurança dos alimentos

A Agência Europeia de Segurança Alimentar (AESA) divulgou a Informação Anual de Resíduos Fitossanitários correspondente a 2007, a qual indica que 96 por cento das amostras analisadas estão dentro dos Limites Máximos de Resíduos.

Os resultados demonstram, uma vez mais, a excelente qualidade dos alimentos consumidos na União Europeia (UE) e o confirmam o compromisso da agricultura europeia com a segurança alimentar, afirmou o director-geral da Associação empresarial para a Protecção das Plantas, Carlos Palomar.

Segundo o responsável, é fundamental para a saúde seguir uma dieta saudável e equilibrada, na qual a variedade de frutas e verduras seja essencial. Os produtos fitossanitários são fundamentais para conseguir uma agricultura eficaz e rentável que produza alimentos saudáveis e seguros a preços acessíveis a todos os consumidores, independentemente da sua classe social e situação económica.

Os Limites Máximos de Resíduos são estabelecidos para garantir que o consumo dos alimentos que os cumprem é completamente seguro, para além de certificarem que os produtos fitossanitários aplicados segundo a utilização autorizada, respeitando as instruções que figuram na etiqueta de cada produto, para além de evitarem as barreiras comerciais por serem homogéneos a nível comunitário, tendo em conta que nenhum Estado-membro poderá exigir arbitrariamente limites mais restritos aos estabelecidos pela AESA.

De acordo com o relatório da AESA, os produtos fitossanitários são submetidos a controlos restritos que garantem a sua segurança, pelo que a sua aplicação não representa nenhuma ameaça para a saúde humana.

Por fim, o documento refere que é o cumprimento das boas práticas por parte dos agricultores europeus quanto à na utilização, aplicação e gestão que garantem esta segurança e, neste sentido, a indústria fitossanitária europeia vai sempre colaborar em todas as iniciativas que tenham por objectivo capacitar o melhor possível os agricultores e garantir a segurança dos alimentos.

Fonte: Agrodigital e Confagri

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