Na União Europeia, desde um de Janeiro de 2009, todos os ovos que sejam controlados em relação à Salmonella, ou que contenham o problema, não podem ser comercializados como ovos de mesa.
Os ovos têm que ser processados como produtos pasteurizados de forma a eliminar qualquer risco de contaminação para o consumidor, sendo que as medidas estabelecidas também serão aplicadas aos ovos importados de terceiros países, à excepção da Croácia; Noruega e Suiça, os únicos que proporcionaram garantias equivalentes às exigidas quanto à segurança dos seus ovos.
Estas medidas, que têm como objectivo reduzir o número de infecções por Salmonella nos humanos provocadas pelo consumo daquele produto alimentar, foram adoptadas em 2003 e era previsto entrarem em vigor em finais de 2009, no entanto, devido à elevada prevalência da bactéria em questão identificada num rastreio comunitário realizado entre 2005 e 2007, foi decidido acelerar a aprovação das mesmas.
Segundo dados avançados pela Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, os ovos e produtos derivados são responsáveis por mais de 50 por cento dos focos de Salmonellas ocorridos na União Europeia, escreve o Agrodigital.
Fonte: Agrodigital e Confagri
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