Ano e meio de desenvolvimento e três milhões de euros de investimento na renovação da linha branca do Continente já deram resultados. “Em Abril/Maio registamos uma subida de 25% nas vendas desses produtos, embora não possamos afirmar, dada a conjuntura, que seja apenas devido às novas embalagens e ao alargamento de gama”, afirmou Miguel Rangel, director de marketing do Continente.
As novas embalagens contêm uma análise nutricional detalhada que obedece ai modelo da Agencia de Segurança Alimentar do Reino unido (Foods Standards Agency) e ao esquema de Rotulagem Nutricional aprovado pela União Europeia, que resultam num sistema de semáforo, representando os produtos com “luz verde” os que podem ser consumidos frequentemente e o de “luz vermelha” os que devem ser consumidos de forma esporádica.
“Não tememos que se vendam menos produtos devido ao semáforo vermelho, porque afinal as pessoas já tinham noção de quais os produtos que deviam evitar. O semáforo faz parte de uma estratégia de transparência e o que aconteceu, no limite, foi termos melhorado as receitas e formulas de alguns dos nossos produtos, para que tivessem semáforo verde ou amarelo, em vez de vermelho, portanto pode dizer-se que também por isso tornamos os produtos mais saudáveis”, revelou.
Desde o passado mês de Abril, cerca de 2500 produtos ostentando a marca Continente com as novas embalagens têm vindo a ser colocados nas prateleiras dos hippers, aparentemente com uma adesão “muito boa” por parte dos consumidores.
“O aumento de oferta, com um alargamento da gama de produtos disponíveis, torna agora possível completar um cabaz de compras normal apenas com produtos brancos e isso, pensamos, contribuiu para esse crescimento de 25% da marca em apenas dois meses”, resume Miguel Rangel.
Fonte: Anil
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