Foi realizado um inquérito, na Irlanda, a mais de 400 especialistas em segurança alimentar, tendo-se concluído que a população em geral tem ideias erróneas ou inadequadas sobre os riscos dos alimentos.
O estudo mostrou que o público depende de informação escassa sobre esta matéria. As contaminações bacterianas, que são as mais frequentes a nível alimentar, são as menos valorizadas, ao passo que os riscos mais improváveis, como é o caso da doença das “vacas loucas” ou a contaminação por pesticidas, são exagerados.
Conforme explicita o Agrodigital, a idade e as habilitações académicas são determinantes para a compreensão dos riscos alimentares.
A percepção destes riscos por parte dos cidadãos difere muito da dos cientistas. O inquérito mostrou que é necessária uma maior educação sobre segurança alimentar nas escolas e que é preciso desenvolver formas de comunicação entre os especialistas e o público.
Fonte: Agrodigital e Confragi
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