O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) publicou previsões para a produção mundial de carne de porco, em 2006, estimando um aumento de três por cento, até aos 97,2 milhões de toneladas.
As exportações deverão, contudo, manter-se em níveis semelhantes aos registados em 2005, uma vez que os maiores aumentos produtivos serão compensados em países produtores pela grande procura, como é o caso da China, da União Europeia ou Estados Unidos.
A China é, actualmente, o maior produtor mundial de suínos, detendo 53,5 por cento da produção dos países que lideram a tabela produtiva. Para 2006, o USDA estima que o país aumente a produção em cinco por cento, mas as exportações só deverão chegar às 300 mil toneladas, precisamente devido a uma grande procura interna.
Para a União Europeia, está também previsto um acréscimo produtivo devido ao crescimento da Alemanha e da Polónia; as exportações podem crescer até cinco por cento na sequência da expansão do mercado russo.
Quanto aos Estados Unidos, o Agrodigital especifica que a actual situação do dólar está a favorecer o comércio externo de suíno, pelo que se espera que a produção ascenda a 1,3 milhões de toneladas. As exportações deverão crescer, particularmente para o mercado russo, uma vez que a carne brasileira está sujeita restrições devido à febre aftosa.
Fonte: Agrodigital e Confragi
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