No período de 2008-2017 é previsível que a produção mundial de carne aumente cerca de dois por cento por ano, segundo uma informação avançada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
A produção nos países da OCDE poderá crescer anualmente cerca de 0,5 por cento, enquanto que para os países exteriores à OCDE estima-se um crescimento de 2,5 por cento.
A produção de carne de vaca será mais significativa nas economias em desenvolvimento com características mais dinâmicas, como é o caso da China, Argentina e Brasil, este último espera-se que assuma cerca de 30 por cento de quota das exportações mundiais de carne em 2017.
A união Europeia (UE) irá perder protagonismo no mercado mundial nos próximos anos, com os Estados Unidos, Canadá, Argentina, Austrália e o Brasil a consolidarem a sua posição como figuras chave do comércio, desde o ponto de vista da exportação.
A Rússia poderá vir a converter-se em 2017 no maior importador de carnes do mundo, seguida muito de perto pelo Japão.
Em relação ao consumo de carne, os países em desenvolvimento serão responsáveis por 80 por cento do crescimento mundial, cuja expansão localiza-se fundamentalmente na Ásia e nas regiões do pacifico e afectará as carnes mais baratas, nomeadamente, de porco e de aves.
O consumo de carne de porco poderá aumentar em especial na China, país onde é tradicionalmente mais importante, noticia o Agrodigital.
Fonte: Agrodigital e Confragi
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