A produção de cereja em Trás-os-Montes e Alto Douro deverá sofrer, este ano, uma quebra produtiva entre os 20 e os 40 por cento, fruto das más condições climatéricas que se fizeram sentir.
O presidente da Câmara Municipal de Resende, António Borges, assumiu que «vai ser um ano complicado» para um região onde a cereja é um importante suporte económico. Alfândega da Fé reconhece a redução na produção, mas não vai desistir da realização da Feira da Cereja e dos Produtos Biológicos, um certame que foi ontem anunciado e que deverá decorrer entre os dias 9 e 11 de Junho. A iniciativa vai custar cem mil euros.
Fonte: Jornal de Notícias
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