Treze anos depois de se terem estabelecido os padrões para a pesca mundial, as Nações Unidas concluíram, num relatório hoje divulgado, que a maioria dos países não respeita o acordo de 1995 que limita a actividade piscatória excessiva.
Só a Noruega, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Islândia e Namíbia cumprem a lei internacional de combate à pesca excessiva, atingindo uma classificação acima de 60 por cento na avaliação.
“A conclusão a que chegámos é muito preocupante: nem os países com classificação positiva têm um comportamento bom”, disse Tony Pitcher, co-autor do relatório.
O porta-voz do Programa Ambiental norte-americano, Nick Nuttall, acrescentou que o fenómenos da “pesca excessiva mostra que os países estão a falhar no relacionamento entre a ecologia e as necessidades diárias de milhões de pessoas”.
De acordo com o relatório, “é preciso um código de pescas global”, quer seja um “tratado mundial” quer seja pela “adopção de leis globais pelos vários sistemas nacionais”.
Foram analisadas as práticas piscatórias de 53 países, que representam 96 por cento da captura mundial de pescado.
Fonte: Agroportal
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