Organização Internacional do Açúcar analisa situação global do sector

A Organização Internacional do Açúcar analisou o sector à luz da aplicação da reforma europeia e das negociações da Organização Mundial do Comércio para a liberalização mundial do comércio.

Concluiu que é ainda demasiado cedo para avaliar a aplicação da reforma da União Europeia, que entrou em vigor em Julho passado, mas, ainda assim, foram apontadas algumas previsões no âmbito do comportamento das produções e dos mercados.

No que diz respeito aos países da África, Caraíbas e Pacífico (ACP), a situação é complicada, uma vez que são milhões de pessoas que dependem exclusivamente, directa ou indirectamente, da produção de açúcar. É absolutamente necessário encontrar uma solução para assegurar a sua sobrevivência.

Estão delineados já planos de acção para a melhoria da competitividade, para a produção de biocombustíveis e para o comércio de créditos de emissões de gases, mas, o ACP continua a insistir na necessidade da União Europeia apoiar esta transição, porque o montante das medidas de acompanhamento é insuficiente e porque é precisa uma maior rapidez e flexibilidade na entrega de fundos e recursos complementares.

A situação dos países menos desenvolvidos é mais positiva, pois encontraram no mercado interno, na produção de biocombustíveis e no comércio de créditos de emissões de fases opções interessantes, que estão evidentemente para além do mercado comunitário.

Ainda assim, a União Europeia continua a ser um mercado fundamental para gerar segurança no sector do açúcar destes países e o acesso a este mercado está garantido com a iniciativa Tudo Menos Armas.

Fonte: Confragi

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