A Associação para a Defesa dos Direitos dos Consumidores (DECO) alertou, ontem, para a necessidade da lei delimitar a dose necessária para os fabricantes poderem incluir as expressões «de enriquecimento ou rico em Ómega-3 ou fonte natural daquele componente».
Para a DECO, diz o Correio da Manhã, é «inadmissível esta ausência da lei», pelo que apela ao Ministério da Agricultura para criar uma legislação que ponha fim a esta situação. Até lá «cada fabricante é livre de alegar o que lhe apetecer, ficando o consumidor à mercê da sua boa fé», alerta a associação na edição de Abril da revista Teste Saúde.
A associação, através dos seus técnicos, analisou vários alimentos que mencionam no rótulo “Ómega-3” – ácidos gordos responsáveis pela manutenção da saúde e pela prevenção de doenças – e verificou que «a maioria» desses produtos são boas fontes desses ácidos gordos.
Fonte: Correio da Manhã
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