Nas próximas duas décadas, a bioeconomia terá um papel fundamental, de acordo com uma informação publicada pela Organização para o Desenvolvimento e Cooperação Económico (OCDE).
O documento, intitulado “The Bioeconomy to 2030: Designing a Policy Agenda”, assinala que a bioeconomia pode vir a melhorar a saúde, a produtividade dos processos agrícolas e industriais e a sustentabilidade do meio-ambiente, no entanto, para obter todos estes resultados é necessária um a política coordenada entre os governos.
A OCDE prevê que em 2015 metade da produção global dos alimentos para o Homem e animais resulte de variedades de plantas obtidas por um ou vários tipos de biotecnologia, que não será apenas de modificação genética, mas também outras técnicas, como a intragenética, a selecção assistida por marcadores ou cruzamento de genes.
A exposição, que teve como base a tendência constatada nos últimos anos, o dados de culturas transgénicas e informações das companhias, prevê que até 2015 vão surgir no mercado um número crescente de produtos agrícolas com novidades agronómicas e novas características de qualidade.
Outro ponto destacado pela OCDE no documento, é o facto de ser preciso tomar algumas decisões politicas, no sentido de simplificar as regulamentações, incentivar o uso de biotecnologia para melhorar os conteúdos nutricionais nas principais colheitas dos países em desenvolvimento e assegurar o comércio destes produtos agrícolas.
Fonte: Agrodigital e Confagri
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