A indústria alimentar investiga e acrescenta aos seus produtos substâncias que o organismo não consegue produzir, ou então fá-lo apenas em quantidades reduzidas consideradas adequadas.
Os novos termos como o Ómega-3, que ajuda a manter o coração e o sistema circulatório; o Pro-Activ, redutor do colesterol; Bifidus actiregularis para regular o trânsito intestinal e as fibras em garrafas de água, entram no vocabulário dos consumidores através das embalagens dos iogurtes, margarinas, óleos e outros alimentos.
Segundo a nutricionista Helena Cid, uma das participantes do VI Congresso de Nutrição e Alimentação e II Congresso Luso-Espanhol de Alimentação, Nutrição e Dietética, «estes novos alimentos» complementam lacunas que «existem na alimentação», refere o Público.
Helena Cid exemplifica com o facto das crianças que não gostam de peixe, existindo a possibilidade de suprimir esta falha alimentar através dos ácidos gordos ómega-3 que são colocados, por exemplo, nas margarinas sem qualquer sabor a peixe.
A mesma salienta que há estudos que demonstram os benefícios desta substância de origem marinha na prevenção primária e secundária das doenças cardiovasculares, além de reduzir a tensão arterial, afirmando «que os novos alimentos são ferramentas de trabalho, que nos ajudam a avaliar» e a estudar.
Fonte: Público e Confragi
Segurança Alimentar Desde 2004 a tratar da Segurança Alimentar em Portugal