Investigadores da Universidade de Illinois desenvolveram plantas de milho geneticamente modificadas que são capazes de produzir uma maior quantidade de massa vegetal.
A característica da nova planta apresenta grandes vantagens para a produção de milho para silagem e para biomassa de uso bioenergético, diz o Agrodigital.
A transformação genética consiste em conseguir uma cópia extra do gene do mesmo milho denominado Glossy 15, o que desenvolve a sua actividade e está relacionado com uma cobertura que protege contra a radiação solar nas plantas jovens e com maturação.
Como resultado, os cientistas obtiveram plantas de porte muito maior, com menos grão e mais açúcar nos talos, o que faz delas mais aptas para silagem e como culturas bioenergéticas.
Fonte: Agrodigital e Confagri
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