A campanha norte-americana de bioenergia ZeaChem desenvolveu um processo para fabricar bioetanol celulósico através de um método biológico.
Os sistemas de ensaio realizados demonstram um maior rendimento que os anteriores e com menos prejuízos na produção de dióxido de carbono, utilizando o mesmo processo de fabricação.
No processo de fermentação clássico que transforma o açúcar em etanol, um terço do carbono perde-se na dinâmica da reacção química, com o novo método a levedura habitual é substituída pela bactéria Moorella thermoacetica, que transforma os açúcares em ácido acético sem libertar carbono.
No final o processo tem um rendimento 40 por cento superior comparado com os sistemas convencionais.
Fonte: Agrodigital e Confragi
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