Inflação abranda em Julho para os 3,1%

O índice de preços no consumidor verificou uma variação homóloga de 3,1 por cento, em Julho, um valor que fica três décimas de pontos percentual ao nível registado em Junho. A contribuir para o abrandamento da subida dos preços no consumidor estiveram as classes de vestuário e calçado e as comunicações. O mês de Julho foi também marcado pelo início da época de saldos (15 de Julho) e pela redução da taxa do IVA de 21 para os 20 por cento, no Continente, e de 15 para os 14 por cento na Madeira e Açores.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que a inflação se situou 3,1%, “valor inferior em três décimas de ponto percentual ao observado no mês anterior”. Já a inflação subjacente, que exclui os produtos alimentares não transformados e a energia, verificou uma taxa de variação homóloga de 2,1 por cento, “0,2 por cento inferior ao valor observado em Junho”, adianta a mesma fonte.

O INE revela também que “as contribuições positivas mais significativas” para a variação homóloga da inflação, em Julho, “verificaram-se nas classes dos Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas e dos Transportes”. Já a atenuar a subida dos preços no consumidor estiveram as classes de “Vestuário e calçado e das Comunicações”, com todos os restantes grupos a contribuírem para uma variação positiva da inflação.

Recorde-se que com a nova legislação a época de saldos começa a 15 de Julho e termina a 15 de Setembro.

“Em Julho de 2008, o IPC registou uma variação mensal de -0,6 por cento, 0,3 por cento inferior à observada em idêntico período do ano anterior. A variação mensal negativa registada na classe do Vestuário e calçado (-8,1 por cento) foi a que mais contribuiu para o resultado observado entre Junho e Julho, adianta o INE.

Fonte: Anil

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