As vendas das indústrias alimentares e de bebidas regressaram ao crescimento em 2004, com mais 1,37 por cento, para 9,2 mil milhões de euros, após o decréscimo de 0,16 por cento em 2003, anunciou hoje o INE.
Segundo o Inquérito à Produção Agro-Industrial elaborado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no período entre 1998 e 2004, o valor das vendas apresentou um “crescimento acentuado”, passando de 7,7 mil milhões para 9,5 mil milhões de euros.
No entanto, no último triénio, de 2002 a 2004, o INE registou um abrandamento para o qual contribuiu a descida de 0,16 por cento, ou 15 milhões de euros, em 2003.
Na indústria do tabaco, no ano passado, as vendas foram de 400,5 milhões de euros, mais 4,6 por cento que no ano anterior, seguindo a tendência geral do sector de recuperação face à descida de 2003.
Em 2002, a facturação da indústria do tabaco tinha sido de 384,7 milhões de euros, caindo para 382,8 milhões de euros em 2003.
Entre este grupo de indústrias, em 2004, o maior valor de vendas foi registado nas empresas de bebidas com dois mil milhões de euros, mais 0,2 por cento que no ano anterior.
Para as indústrias de abate de animais, preparação e conservação de carne e produtos à base de carne, a subida da facturação foi de 3,5 por cento, para 1,4 mil milhões de euros, no ano passado, depois da quebra registada em 2003.
Em 2004, os produtos que registaram a maior subida das vendas foram os alimentos para animais, com mais 8,8 por cento, seguidos dos refrigerantes, com um acréscimo de 4,2 por cento.
Já o Vinho do Porto é apontado pelo INE como sendo responsável por uma quebra de 8,3 por cento da facturação.
Fonte: Agroportal
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