Em 2004, as importações avícolas dos Vinte Cinco, procedentes de países terceiros, diminuíram 12%, segundo um relatório do Ministério da Agricultura francês.
O Agrodigital leu o documento e avança que o principal fornecedor da União Europeia foi o Brasil, cujas exportações supuseram 65% de todas as importações. Este decréscimo deve-se, por um lado, à situação sanitária da Tailândia pela gripe das aves e, por outro, à modificação da regulamentação aduaneira que favorecia as importações de carne de frango salgada. Tal motivou uma redução das importações deste tipo de carne, enquanto em contrapartida as importações de carnes congeladas e de preparados de carne de aves aumentaram, 9 e 26%, respectivamente.
No comércio avícola comunitário, recorda o site informativo, as importações são uma pequena parte, dado que o grosso do mesmo, cerca de 80%, corresponde às trocas
intracomunitárias. Durante 2004, estas progrediram 6%.
O relatório do Ministério da Agricultura francês revela ainda que a integração dos novos dez membros na UE não se traduziu uma modificação espectacular do comércio avícola no interior do espaço comunitário. «Os dez novos membros absorveram 10% das trocas intracomunitárias em 2004 e em 2003. Pelo contrário, em 1998, as importações destes países à UE representavam apenas 6% do total; isto supõe, que durante o período de integração, o comércio destes países com a UE já tinha aumentado progressivamente», finaliza o Agrodigital.
Fonte: Agrodigital e Confragi
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