A restrição da venda de aves em feiras, que vigorou entre 22 de Outubro e 31 de Maio, gerou um comércio paralelo e clandestino, afirmou, ontem, Paulo Fernandes, o presidente da Associação de Criadores de Aves para o Mundo Rural.
Segundo ele, «a venda dos animais acabou por se transferir de locais controlados e sujeitos a regras sanitárias para lojas de rações e cooperativas sem as mínimas condições», lemos no Jornal de Notícias.
No passado dia 1 de Junho, o Governo anunciou o levantamento provisório da proibição de venda de aves em feiras devido à redução dos riscos de propagação da gripe aviária.
Fonte: Jornal de Notícias
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