O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) publicou um relatório sobre os mercados de produção animal em 2006, avançando que a produção e consumo de frango mundiais não deverão ser particularmente afectados pela gripe das aves.
As previsões para 2006 referentes à China indicam que o país deverá conseguir uma produção de 10,4 milhões de toneladas, um número que é inferior às estimativas de há alguns meses atrás, mas que continua a representar um aumento em relação ao ano passado.
No caso do Brasil, a produção deverá sofrer um aumento de sete por cento, este ano, calculando-se que os resultados atinjam o recorde de dez milhões de toneladas. O sector brasileiro do frango vai beneficiar da forte procura doméstica e da expansão das exportações, já que é este país quem colmatará os mercados que eram de grandes exportadores agora afectados pela gripe das aves.
A União Europeia é um dos exportadores de frango, conforme se lê no Agrodigital, onde a produção e consumo mais serão afectados pela gripe das aves. As perspectivas apontam para uma quebra produtiva de um por cento e para uma queda do consumo também de um por cento.
As exportações europeias poderão sofrer um decréscimo da ordem dos três por cento, particularmente devido à queda das vendas francesas para o exterior. A França, que está a ser afectada pela gripe das aves, é o principal exportador comunitário.
Para os Estados Unidos, está prevista uma produção, em 2006, de 13,6 milhões de toneladas, ou seja, um aumento de três por cento face a 2005. As exportações também deverão aumentar em cerca de três por cento, esperando-se que alcancem os 2,4 milhões de toneladas.
Fonte: Agrodigital e Confragi
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