Gripe das Aves: 1800 Análises a Explorações Avícolas Portuguesas, Todas Negativas

O sistema de vigilância da gripe das aves realizou, desde o início do ano, 1.800 análises em explorações avícolas portuguesas, as quais obtiveram resultado negativo, segundo fonte do Ministério da Agricultura.

Este sistema de vigilância activa é da responsabilidade da Direcção-Geral de Veterinária (DGV) e realiza análises em explorações avícolas, nomeadamente a pesquisa de vírus da gripe das aves dos subtipos H5 e H7.

A mesma fonte garantiu que, das 1.800 análises já realizadas, não foi encontrado nenhum resultado positivo.

Desde o início do ano, e perante a ameaça do vírus da gripe das aves, a DGV aumentou ligeiramente o número de análises feitas às explorações agrícolas.

Além destes exames, está prevista a realização de cerca de 500 análises à presença do vírus da gripe das aves em aves migratórias.

A gripe das aves é uma doença de origem animal (zoonose) provocada por um subtipo de vírus influenza (H5N1), tendo sido desta forma baptizado por ter sido inicialmente registado apenas em espécies de aves, como galinhas.

Também os patos e gansos são afectados, sendo os principais reservatórios do vírus H5N1.

Segundo disse à Lusa fonte da Direcção-Geral de Saúde, Portugal encontra-se em período de “alerta pandémico”, nomeadamente na fase três, de um total de seis, em que “existe infecção humana com um novo subtipo de vírus, mas não foi detectada transmissão pessoa-a- pessoa ou, no máximo, houve situações de transmissão para contactos próximos”.

Nesta fase, a primeira do período pandémico, os objectivos fundamentais de saúde pública passam por “assegurar a rápida caracterização do novo subtipo do vírus e a detecção atempada, declaração e resposta a casos adicionais”.

Fonte: Lusa

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