O grupo farmacêutico suíço Novartis recusa distribuir gratuitamente a vacina contra o vírus da gripe A (H1N1) em países pobres, mas está pronto para negociar um preço mais baixo, disse hoje o respectivo director-geral.
Daniel Vasella precisou que para «tornar a produção viável, é preciso criar estímulos financeiros», segundo o site na Internet do diário económico Financial Times.
Um número «significativo» de reservas da vacina contra a gripe foram já reservadas pelos governos, o que pode gerar problemas de abastecimento inclusive entre os países mais ricos, sublinhou Vasella.
O laboratório tinha já indicado sexta-feira que «mais de 30 governos efectuaram um pedido junto da Novartis para que lhes forneça os ingredientes da vacina contra a gripe A (H1N1)».
O mesmo responsável realçou que devem ser os próprios países em desenvolvimento ou os países ricos a pagarem estas vacinas através de programas de ajuda.
Esta posição da Novartis contraria a do laboratório britânico GlaxoSmithKline, que se comprometeu a distribuir gratuitamente entre os pobres até 50 milhões de doses da sua vacina contra a gripe.
O grupo farmacêutico suíço Novartis recusa distribuir gratuitamente a vacina contra o vírus da gripe A (H1N1) em países pobres, mas está pronto para negociar um preço mais baixo, disse hoje o respectivo director-geral.
Daniel Vasella precisou que para «tornar a produção viável, é preciso criar estímulos financeiros», segundo o site na Internet do diário económico Financial Times.
Um número «significativo» de reservas da vacina contra a gripe foram já reservadas pelos governos, o que pode gerar problemas de abastecimento inclusive entre os países mais ricos, sublinhou Vasella.
O laboratório tinha já indicado sexta-feira que «mais de 30 governos efectuaram um pedido junto da Novartis para que lhes forneça os ingredientes da vacina contra a gripe A (H1N1)».
O mesmo responsável realçou que devem ser os próprios países em desenvolvimento ou os países ricos a pagarem estas vacinas através de programas de ajuda.
Esta posição da Novartis contraria a do laboratório britânico GlaxoSmithKline, que se comprometeu a distribuir gratuitamente entre os pobres até 50 milhões de doses da sua vacina contra a gripe.
Fonte: Diário Digital
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