A indústria transformadora produz 22.000 toneladas de queijo ao ano na Galiza, das quais quase 5.200 beneficiam de distintas denominações de origem. São 75 as empresas que se dedicam ao fabrico de queijo naquela comunidade autonómica. Em termos de indicações protegidas, destacam-se as produções de queijos Tetilla e de Arzúa-Ulloa.
Dos cerca de 2,1 mil milhões de litros de leite que produzem em cada ano na Galiza, a indústria trasnformadora recolhe mais de 1,9 mil milhões, sendo que mais de 80 por cento desse leite é processado na própria comunidade autonómica. Noventa por cento daquele volume está ligado a apenas nove grupos empresariais. Por outro lado, 80 por cento do leite que entre nas indústrias é destinado ao fabrico de leite UHT.
Das 75 empresas que se dedicam à produção de queijo na comunidade, cinquenta produzem queijos com uma ou mais denominações de origem protegida. Os queijos DOP mais produzidos são o Tetilla (2.520 toneladas), o Arzúa-Ulloa (2.347 toneladas) e, já a grande distância, o San Simón, com 268 toneladas. Mais de 60 por cento da produção de queijos DOP galegos são fabricados por apenas cinco empresas (três commo Tetilla e dois com o Arzúa-Ulloa). As restantes são empresas de pequena dimensão, das quais mais de 80 por cento empregam menos de cinco trabalhadores.
A outro nível, na Galiza e sob a denominação “Agricultura Ecológica” estão inscritas 14 explorações leiteiras e sete unidades industriais, as quais, em 2005, embalaram 3,08 milhões de litros de leite UHT, 4 mil litros de leite pasteurizado, 24 toneladas de iogurte e kéfir e 11 toneladas de queijo.
A restante matéria-prima ‘convencional’ que se transforma na Galiza é destinada à produção de leite condensado, leite pasteurizado, iogurte, sobremesas lácteas e outros produtos derivados do leite.
Fonte: Anil
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