Os Estados Unidos esperam cultivar na actual campanha, pela primeira com limitações, um novo tipo de soja geneticamente modificada, com a particularidade de conter um nível significativo de ácido oléico e baixo de ácidos gordos polinsaturados.
Estas características fazem do óleo um produto mais saudável, com estabilidade a altas temperaturas sem necessidade de ser hidrogenado e, desta forma, reduzindo o actual problema da formação de gorduras que aumentam o colesterol.
A soja em questão seria o primeiro organismo geneticamente modificado (OGM) comercial cuja característica incorporada por engenharia genética não é de tipo agronómico, mas sim do produto alimentar final, fornecendo um beneficio directo ao consumidor.
A empresa responsável pelo desenvolvimento da planta em questão espera receber autorização para cultivar a mesma ainda esta Primavera.
Fonte: Agrodigital e Confagri
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