O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) publicou um relatório sobre o programa de controlo da encefalopatia espongiforme bovina (EEB) no país. As conclusões mostram algumas deficiências relacionadas, principalmente, com o facto do programa de amostragem ser voluntário.
Em Março de 2004, o USDA ampliou o programa de controlo da doença das “vacas loucas”, pretendendo recolher amostras ao longo de 12 a 18 meses. Na altura, as autoridades conseguiram o maior número de amostras de adultos de populações de risco, mas o facto do programa ser voluntário levanta fortes questões em relação à representatividade da amostragem levada a cabo.
Além disso, as autoridades norte-americanas reconheceram, ainda, que se têm verificado problemas com os resultados dos testes. Em Novembro de 2004, o USDA anunciou que os testes rápidos de detecção da EEB estavam a produzir resultados inconclusivos devido a rígidos protocolos e à falta de controlos adequados no programa de análises.
O Agrodigital refere, ainda, que muitos dos matadouros inspeccionados nos Estados Unidos não dispõem de programas adequados para a retirada de materiais especificados de risco (MER), não cumprindo, portanto, com os planos de segurança. Um número considerável destas instalações nem sequer dispõe de registo para a realização daqueles planos de segurança.
Fonte: Agrodigital e Confragi
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