A Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, propôs um novo método de vacinação contra o paludismo e a malária, que consiste na utilização de tomates transgénicos de diferentes formas e cores.
Estes frutos adoptariam formas e cores distintas conforme os antígenos de malária que contenham, correspondendo a diferentes estados da infecção. É que uma das maiores dificuldades da luta contra estas doenças é o facto do sistema imunitário requerer dez a 15 antígenos para as combater.
A combinação destes antígenos numa única vacina não tem sido possível, porque não se podem administrar numa única dose devido à competitividade entre diferentes antígenos. É, por isso, segundo o Agrodigital, quase impossível imunizar milhões de pessoas.
Assim, a Universidade da Carolina do Sul propõe obter diferentes tomates transgénicos que expressem cada um dos antígenos necessários, podendo vir a ser utilizados como vacinas comestíveis.
A malária é uma das doenças que mais mortes causa nos países em desenvolvimento, afectando, anualmente, 300 a 500 milhões de pessoas; destes, morrem cerca de três milhões de indivíduos. A escassez de meios económicos e infra-estruturas nas zonas endémicas da doença são os principais problemas destes países.
Fonte: Agrodigital e Confragi
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