As escolas do ensino pré-escolar e básico dos Açores estão a preparar-se para distribuir iogurtes pelos seus alunos, além do leite que já era disponibilizado. Isto porque o regulamento da União Europeia, publicado em 11 de Julho deste ano, estabelece subsídios para a distribuição de produtos lácteos nas escolas e outros.
O secretário regional da Educação, Álamo Meneses, diz que “as escolas têm as suas orientações nutricionais e vão fazer bem essa escolha, de certeza. Existem já estabelecimentos de ensino na Região que estão a distribuir iogurtes e outros que estão a preparar-se para fazê-lo. É algo que as escolas têm autonomia para fazer, ao abrigo destes novos apoios”.
As escolas do ensino pré-escolar e básico dos Açores estão a preparar-se para distribuir iogurtes pelos seus alunos, além do leite que já era disponibilizado. Isto porque o regulamento da União Europeia, publicado em 11 de Julho deste ano, que estabelece subsídios para a distribuição de produtos lácteos nas escolas e outros estabelecimentos de ensino, prevê também as suas variantes aromatizadas (incluindo bebidas à base de leite, sem lactose), um maior número de queijos (incluindo queijos com baixo teor de matéria gorda), iogurtes e produtos lácteos fermentados, como leitelho ou kefir.
Por exemplo, a Escola Básica Integrada de São Bento, na ilha Terceira, é um dos estabelecimentos de ensino que já está a preparar a inclusão de iogurtes na gama de produtos que são disponibilizados aos alunos gratuitamente. De acordo com Nélia Rebelo, do conselho executivo, a escola já se candidatou aos subsídios europeus em relação ao leite e distribuiu-o “a todos os meninos do pré-escolar e do primeiro-ciclo, diariamente, sendo que, já em relação aos do segundo ciclo, também está disponibilizado, mas existem alguns alunos que escolhem não ir ao refeitório”. A inclusão de outros produtos poderia cativar mais as crianças, considera a membro do conselho executivo da básica de São Bento.
Uma opinião partilhada pelo secretário regional da Educação, Álamo Meneses, que sustenta, no entanto, que esses produtos derivados devem ser escolhidos criteriosamente. “As escolas têm as suas orientações nutricionais e vão fazer bem essa escolha, de certeza. Existem já estabelecimentos de ensino na Região que estão a distribuir iogurtes e outros que estão a preparar-se para fazê-lo. É algo que as escolas têm autonomia para fazer, ao abrigo destes novos apoios”.
Quanto ao produto base – o leite – Álamo Meneses considera que o novo regulamento europeu não vêm trazer grandes mais-valias para o cliente final: os alunos. “O leite na Região já estava disponibilizado à escolas abaixo do preço de custo e era distribuído gratuitamente aos alunos, penso que é no Continente que se sente muito esta mudança”, explica. A principal vantagem das novas regras europeias é a Região conseguir obter algum reembolso do dinheiro dispendido na compra de leite, conclui.
Por abranger em Portugal continuam ainda as escolas secundárias, embora as novas regras europeias dêem a estas um acesso, “pleno e garantido”, idêntico ao dos jardins-de-infância e estabelecimentos de ensino primário. Incentivar uma boa alimentação entre os mais jovens é o principal objectivo da União Europeia.
Fonte: Anil
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