Empresários de todo o mundo debatem futuro do tomate no Estoril

Maior rentabilidade na produção por hectare, Política Agrícola Comum no pós-2013, tendências de consumo, transgénicos, novos mercados ou a própria sustentabilidade do sector. Estes são alguns dos temas em análise pelos 24 oradores e 300 participantes do ‘IX Congresso Internacional do Tomate (WTC): What will the Future Hold’, reunidos desde hoje, segunda-feira, 21 de Junho (e até 23), no Centro de Congressos do Estoril. A sessão de abertura foi presidida pelo ministro da Agricultura, António Serrano.

“Este encontro realiza-se há mais de trinta anos, já percorreu os cincos continentes e é uma referência para os profissionais do sector em todo o mundo”, assegura Miguel Cambezes. “O nível dos oradores, que inclui altos responsáveis do sector, académicos e governantes, mas também a abrangência e a profundidade dos temas em análise”, afirma o Secretário-Geral da Associação das Indústrias de Tomate, “vão traduzir-se, certamente, em medidas concretas e avanços importantes para o sector”.

Nesta edição, que será a nona, avança ainda o responsável da AIT, “falaremos, entre outros assuntos, das técnicas e tecnologias que, no espaço de trinta anos, podem vir a permitir uma duplicação da rentabilidade produzida por hectare, para as 200 toneladas por hectare. Actualmente, Portugal, que é o segundo melhor produtor do mundo, atrás da Califórnia, produz 90 ton. / ha.”.

O WTC reúne políticos, académicos e gestores de topo de empresas como Bayer, Biedronka/ JM, Cofco, Campbell Soup, DESAN, Monsanto, The Morning Star, Unilever ou Tetra Pak. Está dividido em cinco sessões ou temas centrais, relacionados com a realidade – e tendências – desta indústria: produção, processamento, distribuição, consumo e sustentabilidade.

Fonte: Agroportal

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