A Comissão Europeia assina sexta-feira em Bruxelas com as Nações Unidas um pacote de mil milhões de euros para ajuda “rápida e directa” a 50 países atingidos pela crise alimentar, entre os quais Moçambique, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe.
O instrumento financeiro denominado “Facilidade Alimentar”, adoptado pelo Parlamento Europeu, em Dezembro passado, terá uma vigência de três anos, com o foco nos países mais atingidos pela crise global, visando aumentar a produção agrícola e garantir o abastecimento alimentar às populações mais vulneráveis.
Encorajar a produção de alimentos para aumentar a oferta, contribuir para equilibrar a volatilidade dos preços dos alimentos e melhorar a gestão agrícola a longo-prazo.
Fonte: Agroportal
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