O Instituto do Consumidor alertou ontem para o facto de algumas classificações do azeite como “suave”, “reserva”, “clássico” ou “tradicional” não passarem de uma estratégia de marketing sem correspondência de qualidade. Além de “nada ajudarem a esclarecer os consumidores quanto à qualidade do azeite”, algumas daquelas menções, como “reserva”, são mesmo susceptíveis de gerar confusão. Ao contrário do vinho, o azeite não ganha qualidade quando envelhece e, pelo contrário, tem tendência a deteriorar-se.
Fonte: DN
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