Os produtos alimentares chineses destinados à exportação vão ser etiquetado a partir de um de Setembro com uma sigla de garantia de qualidade, “CIQ”, para certificar os testes de inspecção e quarentena.
A imprensa estatal informou que os testes vão de acordo com a Administração-geral de Controlo de Qualidade, Inspecção e Quarentena (AQSIQ sigla inglesa), devendo a embalagem conter ainda informação com o nome e morada do produtor, o número do lote e a data de produção.
Segundo a AQSQI, cita o Diáriodigital, esta medida pretende garantir a qualidade das exportações chinesas no ramo alimentar e evitar as ilegais, tendo em conta que muitos dos recentes problemas de segurança envolveram vendas clandestinas ao estrangeiro, sem passarem por inspecções e quarentena.
O presidente da Câmara de Comércio para a Importação e Exportação de Produtos Alimentares da China, afirma que este sistema deverá aumentar os custos para os exportadores chineses e afectar cerca de 20 mil expedições por ano no valor de 74 milhões de euros.
Nos últimos meses, a China recebeu queixas e enfrentou críticas de vários países importadores de produtos provenientes deste país após a descoberta de problemas de segurança em produtos como alimentos, pasta dos dentes, pneus de automóveis ou brinquedos.
Na semana passada, as autoridades tailandesas alertaram os consumidores para tomarem precauções com a compra de alimentos importados da China, em especial frutos e vegetais, por poderem conter níveis elevados de substâncias químicas.
Fonte: Confragi
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