Desde que nos anos 60 um especialista em nutrição referiu pela primeira vez os benefícios para a saúde da “Dieta Mediterrânica” são muitos os estudos feitos em torno das qualidades do azeite, como alguns trabalhos realizados em Itália, Espanha e Grécia, que identificam uma menor presença de doenças de coração nestes países comparativamente aos do Norte da Europa.
O “Grupo de Investigação do Departamento de Química Analítica da Universidade de Granada de Controle analítico, ambiental,, bioquímico e alimentar” pesquisou de forma exaustiva, através de técnicas analíticas mais avançadas, as propriedades antioxidantes do azeite que caracterizam a sua composição de polifenóides, (estruturas químicas muito variadas presentes em todos os organismos vegetais superiores, como nas raízes, folhas, caules e frutos, que intervêm na pigmentação, crescimento, reprodução e resistência das plantas contra as doenças) e a sua potencialidade como agente para combater doenças degenerativas.
As conclusões da investigação estão para breve graças à colaboração com o Instituto de Nutrição e Tecnologia dos Alimentos da Universidade de Granada (UGR) e com o Grupo de Nutrição de um Hospital, para determinar que o consumo de azeite rico em polifenóides, (antioxidantes naturais), melhora a qualidade de vida das pessoas que sofrem de falta de oxidantes, sendo igualmente benéfico contra o envelhecimento das células e também de prevenção à osteoporose, podendo ajudar a «combater qualquer doença que exija uma oxidação do ponto de vista degenerativo, tendo em conta o seu carácter preventivo».
O mesmo grupo da UGR desenvolveu diversas e também interessantes investigações, nomeadamente, um sistema para garantir a qualidade do mel de abelha e determinar a sua origem geográfica e calcular a caracterização polifenólica dos alimentos, como do próprio mel ou cerveja, noticia o Agrodigital.
Fonte: Agrodigital e Confragi
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