A Auchan Portugal, detentora dos hipermercados Jumbo, registou vendas líquidas, em 2005, de mil milhões de euros, mais 5,1 por cento do que no ano anterior. “O ano de 2005 foi o melhor de sempre em termos de resultados e foi um ano determinante para a nossa actividade”, afirmou Eduardo Igrejas, director-geral do grupo.
As vendas operacionais chegaram aos 1,14 milhões de euros, o que representa um crescimento de 5,4%. O EBITDA ascendeu a 66,5 milhões de euros, 3,6% acima do valor de 2004, divulgou a empresa em comunicado. O investimento realizado situou-se nos 65 milhões de euros, estando actualmente em curso projectos de construção de novas unidades comerciais (Torres Vedras e Viseu).
Eduardo Igrejas justificou ao Diário de Notícias os bons resultados com a consolidação da presença do grupo em Portugal, a consolidação da quota de mercado e do posicionamento de preço baixo. “Fomos novamente reconhecidos como uma entidade socialmente responsável, pelo quarto ano consecutivo”. Eduardo Igrejas destacou ainda: “Inaugurámos a área de venda de combustíveis e lançámos as bases para os novos projectos, que iremos anunciar durante 2006.”
A actividade do grupo continuou centrada na exploração de hipermercados, existindo 17 pontos de vendas no final do ano, operando as insígnias Jumbo e Pão de Açúcar, às quais se juntam, no ramo do retalho especializado, as lojas Box e Lista.
O comunicado sustenta que os resultados foram “alcançados através da constante política de preços baixos praticados e da alta qualidade nos serviços prestados, reconhecida pelos clientes e pelas entidades oficiais, melhorando, assim, o poder de compra e a qualidade de vida dos portugueses, num contexto macroeconómico que se manteve difícil” no período em análise.
Fonte oficial da empresa revelou ainda que a Auchan Portugal obteve uma licença para avançar com um novo hipermercado Jumbo, em Viseu, num investimento de 16 milhões de euros, que deverá estar concluído em 2007.
A nível internacional, o grupo Auchan registou, em 2005, um volume de negócios consolidado, líquido de IVA, de 33,6 mil milhões de euros, representando um crescimento de 10,6% em relação ao ano anterior.
“Estes resultados foram obtidos essencialmente graças à subida das actividades nos outros países, para além da França, e à compra dos restantes 50% das actividades alimentares em Itália.”
Fonte: Anil
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