A ARESP® emitiu recentemente um comunicado insurgindo-se uma vez mais contra as Taxas aplicadas pelos intermediários dos meios de pagamento electrónicos de crédito e débito muitas vezes superiores às margens de lucro das empresas
Taxas aplicadas pelos intermediários dos meios de pagamento electrónicos de crédito e débito muitas vezes superiores às margens de lucro das empresas
Na sequência do Debate nacional realizado a 22 de Novembro subordinado ao tema “Meios de pagamentos electrónicos – taxas aplicadas ao sector da restauração e bebidas”, a ARESP® – Associação da Restauração e Similares de Portugal, solicitou a intervenção do Primeiro-ministro, afim de por cobro às práticas de intransigência, motivada pela posição dominante dos actuais operadores dos meios de pagamento electrónicos.
De acordo com a carta remetida ao Primeiro-ministro, está em risco a competitividade nacional face aos nossos congéneres europeus, e em especial face à vizinha Espanha, pelo que consideramos chegada a altura de serem tomadas medidas, de forma concertada, que permitam a sobrevivência das nossas empresas.
Com mais esta iniciativa, a ARESP® pretende que a intervenção do Primeiro-ministro vise a rápida resolução de uma situação que põe em risco todo um sector de actividade, acima de tudo se considerarmos a fraca capacidade negocial das nossas empresas com os operadores dos meios de pagamento electrónicos.
Recordamos que os custos totais envolvidos neste tipo de transacções são, por vezes, superiores às margens de lucro das empresas.
Para mais informações consulte www.aresp.pt.
Fonte: Portal Alimentar
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