A Autoridade Europeia da Segurança Alimentar (AESA), a pedido da Comissão Europeia, elaborou uma definição do caso atípico de scrapie, com o fim de possuir critérios harmonizados no momento em que os países reportem estes casos.
Para definir essa enfermidade, a AESA elaborou um quadro com os resultados que se teriam de obter, de acordo com os distintos métodos utilizados, avança o Agrodigital.
O mesmo site informativo recorda que, desde a aplicação em 2002 de um programa de vigilância de EET (encefalopatias espongiformes transmissíveis) em pequenos ruminantes, já se produziram em muitos estados-membros casos atípicos de scrapie. No total, contabilizam-se 69, procedentes de Espanha, Alemanha, Portugal, Reino Unido, Irlanda, Suécia, Bélgica, Finlândia, Noruega e Holanda.
A AESA considera que é prematuro realizar subcategorias de scrapie normal e atípico, assim como quantificar as implicações do scrapie atípico em termos de impacto na saúde animal. Assim mesmo, recomenda que os programas de vigilância deveriam utilizar combinações adequadas de análises e amostras para assegurar que se continuam a identificar os casos atípicos.
Fonte: Agrodigital e Confragi
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