A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (AESA) avaliou a sanidade e bem-estar animal dos sistemas de produção intensiva de vitelos, tendo apontado os maiores e os menores riscos nestas explorações.
Os maiores riscos incluem a duração inadequada da ingestão do calostro, a exposição a elementos patogénicos causadores de doenças respiratórias e gastrointestinais e a mistura de vitelos de diferentes fontes.
Em termos de riscos menores, a AESA aponta a inadequada quantidade e qualidade da ingestão de calostro, o insuficiente acesso a água, a insuficiência de alimentos sólidos equilibrados, os altos valores de humidade, ventilação inadequada e má qualidade do ar.
De acordo com o Agrodigital, acrescem, ainda, as más condições do solo, resposta inadequada do agricultor aos problemas de saúde dos animais, insuficiência de luz, exposição a elementos patogénicos e falta de cuidados maternais.
A AESA não conseguiu emitir conclusões sobre a deficiência de ferro no organismo dos vitelos, que resulta em baixos níveis de hemoglobina, nem sobre o excesso de alimentação, superfície diminuta, proteínas alergénicas e controlo sanitário inadequado da hemoglobina.
Fonte: Agrodigital e Confragi
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