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<title>Noticias do Portal de Seguranca Alimentar via RSS</title>
<link>http://www.segurancalimentar.com</link>
<description>Noticias do Portal de Seguranca Alimentar via RSS</description>
<language>pt-BR</language>
<webMaster>webmaster@segurancalimentar.com</webMaster>
<item><title><![CDATA[Manteiga e leite em pó com subida de cotações )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6865</link><description><![CDATA[Durante a primeira semana de Mar&ccedil;o, a manteiga atingiu uma cota&ccedil;&atilde;o de 2,78 euros por quilo, o leite em p&oacute; inteiro chegou aos 2,37 euros, enquanto o desnatado se ficou pelos 2,00 euros. No queijo, o cheddar cotou a 2,37 euros, o edam, a 2,70, o gouda a 2,65, enquanto o emmental foi cotado a 4,90 euros por quilo.

Naquela semana de Mar&ccedil;o, os pre&ccedil;os dos produtos l&aacute;cteos, como leite em p&oacute; e a manteiga situaram-se 29 por cento acima, na Uni&atilde;o Europeia, em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2009, conforme refere a Comiss&atilde;o Europeia.

De acordo com a mesma fonte, a 7 de Mar&ccedil;o a manteiga, como atr&aacute;s referido cotava a 278 euros/100 kg, enquanto leite em p&oacute; inteiro foi colocado a 237 euros/100 kg e o desnatado n&atilde;o ultrapassou os 200 euros/100 kg.

Se tomarmos como refer&ecirc;ncia estes mesmos dados e os compararmos com as cota&ccedil;&otilde;es da semana anterior, verificamos que o pre&ccedil;o da manteiga caiu em 1,9 por cento, enquanto o leite em p&oacute; desnatado subiu 1,1 por cento e o inteiro 1,3 por cento.
]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6865</guid></item><item><title><![CDATA[CE: Apoios comunitários para aumentar competitividade dos produtores de bananas dos ACP)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6864</link><description><![CDATA[A Comiss&atilde;o Europeia prop&ocirc;s um pacote de ajudas de 190 milh&otilde;es de euros para os exportadores de bananas dos pa&iacute;ses de &Aacute;frica, Caribe e Pac&iacute;fico (ACP), com o objectivo de aumentar a sua competitividade.

A Uni&atilde;o Europeia vai tamb&eacute;m reduzir as taxas de importa&ccedil;&atilde;o de bananas da Am&eacute;rica Latina de 176 para 114 euros por tonelada, pelo que os Estados Unidos v&atilde;o retirar o seu lit&iacute;gio perante a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio (OMC).

Estas medidas, inseridas no Acordo de Genebra sobre o Com&eacute;rcio de Bananas, foram aprovadas no passado m&ecirc;s de Dezembro para terminar com o lit&iacute;gio das bananas que durou 15 anos.

Os 190 milh&otilde;es de apoios ser&atilde;o distribu&iacute;dos durante o per&iacute;odo de 2010/2013, abrangendo 10 pa&iacute;ses exportadores dos ACP, os quais, Belize; Camar&otilde;es; Costa do Marfim; Dominica; Rep&uacute;blica Dominicana; Ghana; Jamaica; Santa Luzia e S&atilde;o Vicente e Granadinas e Suriname, cujo financiamento procede do or&ccedil;amento comunit&aacute;rio dos Fundos de Desenvolvimento Europeu. 

As medidas visam facultar apoio financeiro para melhorar a competitividade, para as pol&iacute;ticas de diversifica&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica e para neutralizar os impactos econ&oacute;micos, sociais e meio-ambientais.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6864</guid></item><item><title><![CDATA[Agricultores afectados pelo mau tempo exigem ao Governo "medidas concretas")]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6863</link><description><![CDATA[A Associa&ccedil;&atilde;o da Lavoura do Distrito de Aveiro (ALDA) exigiu ontem do Governo &quot;respostas concretas&quot; aos problemas dos agricultores do distrito que foram afectados pelas &uacute;ltimas intemp&eacute;ries.

Em confer&ecirc;ncia de imprensa, os respons&aacute;veis pela associa&ccedil;&atilde;o disseram que aguardam pelo resultado do levantamento dos estragos que foi feito pelas autoridades oficiais, mas estimam que os preju&iacute;zos atinjam as &quot;centenas ou milhares de euros&quot;.

Segundo Albino Silva, presidente da ALDA, o mau tempo que se abateu sobre o Pa&iacute;s, nos &uacute;ltimos tempos &quot;levantou estufas e provocou a perda de muitos hectares de batata primor, nomeadamente na zona das Gafanhas, em &Iacute;lhavo&quot;.

O dirigente adiantou ainda que os picos da mar&eacute; alta, na zona de Ovar, &quot;provocaram a invas&atilde;o de campos de &aacute;gua salgada fazendo com que os agricultores perdessem as suas culturas e comprometessem as pr&oacute;ximas sementeiras&quot;.

&quot;O inverno levou muita tonelada de batata a mim e aos meus colegas e a geada levou o que sobrou anteontem&quot;, disse aos jornalistas Silvino Tom&aacute;s, um horticultor, de 61 anos, que afirma ter perdido cerca de 60 toneladas de batata semeadas em tr&ecirc;s hectares entre a ria e o mar.

Albino Silva desmentiu, por outro lado, a ideia de que os produtos hort&iacute;colas tenham subido de pre&ccedil;o em resultado da perda de produ&ccedil;&atilde;o provocada pelo mau tempo. &quot;H&aacute; produtos que ainda baixaram mais. Isso &eacute; uma quest&atilde;o de propaganda que n&atilde;o tem nada a ver com a realidade dos produtos que s&atilde;o vendidos da produ&ccedil;&atilde;o &agrave; comercializa&ccedil;&atilde;o&quot;, adiantou o dirigente.

Durante a conferencia de imprensa realizada de manh&atilde;, a ALDA defendeu a r&aacute;pida conclus&atilde;o do dique do Baixo Vouga e uma resposta t&eacute;cnica adequada para salvaguarda dos campos da invas&atilde;o da &aacute;gua salgada.

Os agricultores exigem ainda pre&ccedil;os justos &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e apoio t&eacute;cnico e financeiro para concretiza&ccedil;&atilde;o do licenciamento das explora&ccedil;&otilde;es pecu&aacute;rias.

O presidente da ALDA aproveitou ainda a oportunidade para falar do 6.&ordm; congresso da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Agricultura (CNA) e da agricultura portuguesa que vai ter lugar no pr&oacute;ximo domingo em Espinho, reunindo mais de dois mil delegados de todo o Pa&iacute;s.

Segundo Albino Silva, o congresso, que se realiza num momento de &quot;grande crise&quot; para a agricultura portuguesa, &quot;vai continuar a afirmar que h&aacute; outros caminhos para a nossa agricultura, passando por melhorar os rendimentos dos agricultores e garantir uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e acess&iacute;vel a todos os portugueses&quot;.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6863</guid></item><item><title><![CDATA[Prateleiras inteligentes podem revolucionar o retalho )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6862</link><description><![CDATA[A inova&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; percept&iacute;vel ao olhar do cliente, mas poder&aacute; fazer toda a diferen&ccedil;a ao comerciante. A solu&ccedil;&atilde;o chama-se Surfaceslab, pioneira a n&iacute;vel mundial, e resume-se a prateleiras ou gavetas que funcionam como dispositivos de leitura dos produtos, atrav&eacute;s de uma estrutura de antenas embutidas.

Superf&iacute;cies inteligentes dirigidas ao mercado de retalho, a lojas de cal&ccedil;ado, vestu&aacute;rio, livrarias e bibliotecas, os primeiros sectores seleccionados.

A Vicaima, l&iacute;der nacional na produ&ccedil;&atilde;o de portas interiores, situada em Vale de Cambra, e a Creativesystems, que desenvolve solu&ccedil;&otilde;es integradas de automatiza&ccedil;&atilde;o e optimiza&ccedil;&atilde;o de fluxos de informa&ccedil;&atilde;o, de S&atilde;o Jo&atilde;o da Madeira, juntaram-se para criar a Surfaceslab, cuja patente foi pedida h&aacute; cerca de um ano.

As prateleiras e gavetas t&ecirc;m antenas escondidas, os produtos t&ecirc;m de ter uma etiqueta RFID (radio-frequency identification), identifica&ccedil;&atilde;o por r&aacute;dio frequ&ecirc;ncia, uma esp&eacute;cie de bilhete de identidade que torna cada objecto &uacute;nico - o que n&atilde;o acontece com um c&oacute;digo de barras -, e h&aacute; ainda um software que permite ao comerciante ter uma base de dados actualizada a cada instante.

A leitura dos produtos &eacute; feita num espa&ccedil;o confinado com a m&aacute;xima fiabilidade - e esta &eacute; uma das principais inova&ccedil;&otilde;es. O software n&atilde;o l&ecirc; o que est&aacute; na prateleira seguinte. Mas h&aacute; mais. A cada momento &eacute; poss&iacute;vel detectar o s&iacute;tio exacto do produto, atrav&eacute;s de um desenho que aparece no ecr&atilde; do computador. E o recurso &agrave; tecnologia de leitura RFID torna a solu&ccedil;&atilde;o mais econ&oacute;mica, uma vez que &eacute; necess&aacute;rio apenas um reader para ler um elevado n&uacute;mero de superf&iacute;cies. Um equipamento RFID pode estar ligado at&eacute; 64 prateleiras.

Gerir em regime online
&quot;Com esta solu&ccedil;&atilde;o, consegue-se saber onde est&aacute; um determinado produto e em que prateleira. Uma das grandes vantagens &eacute; poder gerir o invent&aacute;rio de forma online&quot;, adianta Pedro Fran&ccedil;a, gestor de neg&oacute;cios da Surfaceslab, agrupamento complementar de empresas, com capital social da Vicaima e da Creativesystems. &quot;No final do ano, as lojas costumam fechar alguns dias para fazer o invent&aacute;rio, com esta solu&ccedil;&atilde;o basta carregar num bot&atilde;o para ter um invent&aacute;rio de todas as lojas&quot;, refor&ccedil;a o respons&aacute;vel.

A Surfaceslab abre assim novas perspectivas na gest&atilde;o de stocks no formato de retalho. &Eacute; poss&iacute;vel verificar quantas vezes um produto &eacute; retirado de uma prateleira e &eacute; recolocado ou ent&atilde;o mudado de s&iacute;tio, quantas vezes &eacute; movimentado e n&atilde;o &eacute; comprado. E a reposi&ccedil;&atilde;o &eacute; imediata. &quot;Quando um produto sai da prateleira &eacute; enviado um alerta para se fazer a reposi&ccedil;&atilde;o.&quot;

Pedro Fran&ccedil;a garante que esta solu&ccedil;&atilde;o aumentar&aacute; as vendas, permite poupar tempo e fazer estudos sobre um dado produto, e que n&atilde;o fica cara ao dono da loja. As prateleiras t&ecirc;m v&aacute;rias cores dispon&iacute;veis - branco, preto, caramelo, chocolate, entre outras - e &eacute; poss&iacute;vel produzir superf&iacute;cies ao gosto do cliente. &quot;Os pre&ccedil;os das prateleiras dependem do tipo de projecto e das especificidades t&eacute;cnicas e decorativas. Como refer&ecirc;ncia, considera-se que uma smart-shelf tem um pre&ccedil;o unit&aacute;rio de 75 euros.&quot;

Pedro Fran&ccedil;a n&atilde;o tem d&uacute;vidas: &quot;Esta solu&ccedil;&atilde;o vai revolucionar o modelo de neg&oacute;cio do mercado de retalho. Ser&aacute; poss&iacute;vel optimizar a cadeia log&iacute;stica com base nos dados e com o que existe na loja.&quot; Neste momento, est&atilde;o a ser desenvolvidos cinco projectos, dois em Portugal e os restantes em Espanha, Inglaterra e Benelux, no retalho t&ecirc;xtil e de cal&ccedil;ado, livrarias e bibliotecas. O alargamento a mais sectores econ&oacute;micos est&aacute;, no entanto, dependente da utiliza&ccedil;&atilde;o das etiquetas RFID. O gestor da Surfaceslab acredita que n&atilde;o demorar&aacute; muito tempo para que esse m&eacute;todo de identifica&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica se dissemine sectorial e geograficamente. Feitas as contas, s&oacute; no mercado europeu, a empresa espera facturar 40 milh&otilde;es de euros dentro de ano e meio. Oitenta por cento do mercado das superf&iacute;cies inteligentes ficar&aacute; fora de Portugal. Europa, Brasil e Estados Unidos s&atilde;o os pa&iacute;ses debaixo de olho.

O sistema parece simples, mas envolveu tr&ecirc;s anos de investiga&ccedil;&atilde;o com a ajuda do p&oacute;lo de Lisboa do Instituto de Telecomunica&ccedil;&otilde;es. Durante esse tempo, foi gasto um milh&atilde;o de euros. &quot;&Eacute; uma solu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica que ficar&aacute; paga, em termos de retorno de investimento, num prazo inferior a ano e meio&quot;, assegura Pedro Fran&ccedil;a. No in&iacute;cio deste m&ecirc;s, a Surfaceslab foi apresentada na CeBIT, a maior feira mundial no dom&iacute;nio das novas tecnologias de informa&ccedil;&otilde;es, na Alemanha, num stand de 24 metros quadrados. &quot;A feira correu muito bem, tivemos muito sucesso, muita receptividade.&quot; Os contactos prosseguem.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6862</guid></item><item><title><![CDATA[Agricultura: Governo quer aumentar para 50 por cento valor da comparticipação na promoção do investi)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6861</link><description><![CDATA[O Governo pretende aumentar em 2011 a comparticipa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica na promo&ccedil;&atilde;o do investimento dos agricultores, que actualmente ronda em m&eacute;dia os 40 por cento, e tentar chegar a um equil&iacute;brio de 50 por cento para cada parte.

&laquo;Estamos dispostos, em sede de avalia&ccedil;&atilde;o intercalar, que est&aacute; a decorrer at&eacute; ao final do ano, para que no pr&oacute;ximo ano seja poss&iacute;vel, e se a Comiss&atilde;o Europeia aceitar, refor&ccedil;armos a componente de ajuda publica comunit&aacute;ria e nacional de forma a reduzir o esfor&ccedil;o do agricultor porque isso &eacute; fundamental para executarmos mais PRODER (Programa de Desenvolvimento Rural&raquo;, revelou o ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas em declara&ccedil;&otilde;es aos jornalistas.

Ant&oacute;nio Serrano falava &agrave; margem de um almo&ccedil;o debate promovido pela Ordem dos Economistas (OE), onde o ministro da Agricultura foi falar sobre a “Agricultura em Portugal”.

&laquo;Aquilo que nos preocupa hoje em dia &eacute; que o agricultor faz um esfor&ccedil;o individual na promo&ccedil;&atilde;o do investimento onde em m&eacute;dia coloca cerca de 60 por cento do valor que &eacute; necess&aacute;rio para cumprir um projecto&raquo;, explicou.

De acordo com Ant&oacute;nio Serrano, a parte dos fundos p&uacute;blicos, nacionais ou comunit&aacute;rios, ronda, em m&eacute;dia, os 40 por cento, e o Governo est&aacute; disposto a aumentar a sua parte de investimento. &laquo;Vamos ver qual &eacute; a nossa margem e se conseguimos fazer um equil&iacute;brio para os 50/50. J&aacute; era muito bom&raquo;, adiantou.

Questionado pelos jornalistas sobre o esfor&ccedil;o or&ccedil;amental que essa medida representa para os cofres do Estado, o ministro adiantou que &laquo;n&atilde;o significa um refor&ccedil;o de verbas nacionais significativas&raquo;, acrescentando que o &laquo;Governo est&aacute; sens&iacute;vel&raquo;, mesmo no que ao Minist&eacute;rio das Finan&ccedil;as diz respeito.

&laquo;Est&aacute; escrito na lei do Or&ccedil;amento esta mat&eacute;ria e &eacute; um assunto que &eacute; de interesse nacional, &eacute; uma mat&eacute;ria que preocupa a todos e a Assembleia da Rep&uacute;blica tamb&eacute;m est&aacute; preocupada que Portugal n&atilde;o perca verba e de fazer chegar o mais rapidamente o dinheiro aos agricultores&raquo;, adiantou.

Momentos antes, durante a sua interven&ccedil;&atilde;o perante os membros da Ordem dos Economistas, o ministro da Agricultura defendeu igualmente que &eacute; preciso &laquo;melhorar os instrumentos pol&iacute;ticos&raquo;, nomeadamente no que diz respeito &agrave;s ajudas directas ao rendimento, ou seja, o regime de pagamento &uacute;nico, acabando por fazer mesmo algumas criticas ao seu antecessor, Jaime Silva.

&laquo;Quando eu cheguei t&iacute;nhamos quase dois anos de atraso em pagamentos e n&atilde;o sei como &eacute; que as pessoas aguentavam tanto tempo e n&atilde;o fizeram uma revolu&ccedil;&atilde;o porque de facto &eacute; uma politica que foi definida e est&aacute; em marcha e o Estado s&oacute; tem de pagar e o mais rapidamente poss&iacute;vel cumprindo os mecanismos de controlo e de verifica&ccedil;&atilde;o a que o Estado est&aacute; obrigado&raquo;, defendeu, acrescentando que a &laquo;regulariza&ccedil;&atilde;o de 2008 est&aacute; praticamente pronta&raquo; e que a de 2009 &laquo;tem o dia 16 de Julho como “deadline”.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6861</guid></item><item><title><![CDATA[Dieta vegetariana reduz risco de cancro da mama )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6860</link><description><![CDATA[Uma dieta rica em vegetais, fruta e soja reduz em 30% o risco de desenvolver cancro da mama, revela um estudo publicado no “American Journal of Clinical Nutrition”.

A investiga&ccedil;&atilde;o, liderada por Lesley M. Butler, da Colorado State University, incluiu dados, reunidos entre 1993 e 1995, de 63.257 homens e mulheres que participaram no Singapore Chinese Health Study (SCHS).

A investiga&ccedil;&atilde;o incluiu entrevistas pessoais sobre a alimenta&ccedil;&atilde;o, o peso, a educa&ccedil;&atilde;o, o tabagismo, o exerc&iacute;cio f&iacute;sico e o consumo de f&aacute;rmacos hormonais.

Estes dados permitiram &agrave; equipa identificar os grandes padr&otilde;es de alimenta&ccedil;&atilde;o, os pouco saud&aacute;veis (carne, amido e gordura saturada) e os saud&aacute;veis, com grandes quantidades de legumes (br&oacute;colos, couve-flor, couves de Bruxelas, entre outros).

Do total de participantes, a equipa identificou 34.028 mulheres sem antecedentes de cancro da mama. Todas tinham entre 45 e 74 anos e a maioria era magra, fazia exerc&iacute;cio f&iacute;sico, poucas eram fumadoras ou usavam terapia de substitui&ccedil;&atilde;o hormonal para a menopausa.

De acordo com os registos, no final de 2005, 10 anos ap&oacute;s as entrevistas do in&iacute;cio do estudo, 629 desenvolveram cancro da mama. A equipa verificou que as mulheres que consumiam mais vegetais, fruta e soja tinham um menor risco de desenvolver a doen&ccedil;a na fase p&oacute;s-menopausa.

Apesar de o estudo ter sido realizado em mulheres chinesas, a equipa de investigadores refere que os resultados s&atilde;o aplic&aacute;veis &agrave;s mulheres ocidentais.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6860</guid></item><item><title><![CDATA[Torres Novas: Programa de Fruta Escolar implementado em todas as escolas do 1ºciclo)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6859</link><description><![CDATA[No &acirc;mbito do Programa da Fruta Escolares, estruturado entre os Minist&eacute;rios da Agricultura, da Educa&ccedil;&atilde;o e da Sa&uacute;de, e implementado localmente pelo Munic&iacute;pio, foi ontem distribu&iacute;da, pela primeira vez e em todas as escolas do 1.&ordm; ciclo do concelho de Torres Novas, a fruta para consumo dos 1.300 alunos do 1.&ordm; ao 4.&ordm; ano de escolaridade.

 A op&ccedil;&atilde;o em Torres Novas, para estes primeiros meses de implementa&ccedil;&atilde;o no presente ano lectivo, passa pela distribui&ccedil;&atilde;o de fruta 100 por cento certificada, nomeadamente Ma&ccedil;&atilde; de Alcoba&ccedil;a, com Indica&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica Protegida (IGP) e P&ecirc;ra Rocha do Oeste, com Denomina&ccedil;&atilde;o de Origem Protegida (DOP), sendo um dos requisitos do programa que pelo menos 50 por cento da fruta distribu&iacute;da seja certificada. 

O programa tem como objectivo a promo&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos de alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, desenvolvendo nesse sentido diferentes medidas de acompanhamento, entre ac&ccedil;&otilde;es de sensibiliza&ccedil;&atilde;o, distribui&ccedil;&atilde;o de folhetos de divulga&ccedil;&atilde;o ou representa&ccedil;&otilde;es de pe&ccedil;as de teatro, realizadas pelos agrupamentos de escolas Artur Gon&ccedil;alves, Gil Paes e General Humberto Delgado, parceiros do Munic&iacute;pio.

Durante a pr&oacute;xima semana decorrer&aacute; ainda nas maiores escolas do concelho a actividade de sensibiliza&ccedil;&atilde;o &laquo;combate a obesidade &agrave; dentada&raquo;, estando j&aacute; previstas para o terceiro per&iacute;odo outras actividades dentro da mesma tem&aacute;tica da alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, nos restantes estabelecimentos de ensino.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6859</guid></item><item><title><![CDATA[Sida: Proteína da banana pode prevenir transmissão sexual)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6858</link><description><![CDATA[Um estudo norte-americano publicado esta segunda-feira revela que uma classe de prote&iacute;na presente nas bananas pode prevenir a transmiss&atilde;o sexual do v&iacute;rus da sida. 

Segundo os investigadores da Escola de Medicina da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, a lectina BanLec &eacute; um inibidor natural do HIV &laquo;t&atilde;o potente quanto duas das principais drogas utilizadas actualmente no tratamento da doen&ccedil;a&raquo;. 

A pesquisa publicada na mais recente edi&ccedil;&atilde;o da revista especializada Journal of Biological Chemistry explica que o BanLec bloqueia a ac&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus HIV antes que este se fixar &agrave;s c&eacute;lulas sangu&iacute;neas.

As lectinas como a BanLec t&ecirc;m despertado interesse cada vez maior dos investigadores justamente por serem uma classe de prote&iacute;na que se liga a carboidratos e &eacute; capaz de identificar invasores. Assim, quando um v&iacute;rus aparece, esta pode ligar-se ao v&iacute;rus impedindo a propaga&ccedil;&atilde;o de infec&ccedil;&otilde;es.

No caso do HIV, a BanLec pode ligar-se &agrave; cobertura rica em carboidratos do v&iacute;rus e bloquear a sua propaga&ccedil;&atilde;o no corpo humano. A pesquisa defende ainda que, pela sua forma de ac&ccedil;&atilde;o, a BanLec pode oferecer uma &laquo;protec&ccedil;&atilde;o mais ampla&raquo;. 

&laquo;O problema com algumas das drogas anti-HIV &eacute; que o v&iacute;rus pode sofrer muta&ccedil;&otilde;es e tornar-se resistente, mas isso &eacute; muito mais dif&iacute;cil na presen&ccedil;a das lectinas. Elas podem se ligar aos carboidratos presentes em diversas partes da cobertura do HIV, e isso presumivelmente exigir&aacute; m&uacute;ltiplas muta&ccedil;&otilde;es para que o v&iacute;rus consiga livrar-se delas&raquo;, explicou Michael Swanson, um dos autores do trabalho.

Essa n&atilde;o seria a &uacute;nica vantagem da BanLec, que seria tamb&eacute;m mais barata do que os actuais compostos contra a sida.

Os cientistas do Michigan defendem no seu relat&oacute;rio que a descoberta de novas formas de preven&ccedil;&atilde;o e controle da sida s&atilde;o essenciais, justamente porque a cada duas pessoas que adquirem acesso ao tratamento, cinco contraem o v&iacute;rus. 

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6858</guid></item><item><title><![CDATA[Moçambique: Manica desenvolve nova semente de milho, resistente à seca)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6857</link><description><![CDATA[A prov&iacute;ncia de Manica, centro de Mo&ccedil;ambique, est&aacute; a desenvolver uma nova semente de milho, ZM 523 (Tsangano), tida como tolerante &agrave; seca e baixa fertilidade dos solos, para melhorar a baixa produtividade devido &agrave; seca na regi&atilde;o.

A semente, importada do Zimbabwe, foi libertada em 2003 depois de um trabalho de melhoramento para permitir a sua adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es agro-clim&aacute;ticas locais.

Em 2006 foi promovida em machambas (campos de cultivo) da popula&ccedil;&atilde;o para a multiplica&ccedil;&atilde;o. At&eacute; o final deste ano espera-se que estejam dispon&iacute;veis 15 mil toneladas de semente para distribui&ccedil;&atilde;o e venda, numa primeira fase aos distritos mais cr&iacute;ticos da regi&atilde;o.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6857</guid></item><item><title><![CDATA[Iniciativa para promoção dos produtos nacionais )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6856</link><description><![CDATA[O Minist&eacute;rio da Agricultura est&aacute; a preparar, em parceria com as associa&ccedil;&otilde;es do sector e da &aacute;rea da distribui&ccedil;&atilde;o alimentar, uma iniciativa para promover os produtos portugueses de qualidade, disse em Braga Ant&oacute;nio Serrano. O ministro referiu que o projecto, a concluir no primeiro semestre de 2010, envolve os produtores, a ind&uacute;stria e a distribui&ccedil;&atilde;o, unidos para &laquo;aumentar a substitui&ccedil;&atilde;o de produtos importados por nacionais, de qualidade&raquo;.

&laquo;Estamos a discutir o modo de aproveitar a distribui&ccedil;&atilde;o para promover os produtos de qualidade portugueses, colocando-os, por exemplo, numa &aacute;rea pr&oacute;pria perfeitamente identificados como portugueses para que o consumidor perceba o que tem &agrave; frente e possa comprar portugu&ecirc;s em detrimento do que vem do estrangeiro&raquo;, afirmou.

Ant&oacute;nio Serrano considera que Portugal tem produtos de melhor qualidade que os importados, embora, por vezes, possam ter um custo mais alto. &laquo;Vou ouvir v&aacute;rias entidades para definir um programa conjunto que possa ajudar num processo de concerta&ccedil;&atilde;o entre a produ&ccedil;&atilde;o e a distribui&ccedil;&atilde;o e que contenha mecanismos de interven&ccedil;&atilde;o que ajudem o produtor portugu&ecirc;s a escoar a sua produ&ccedil;&atilde;o ao melhor pre&ccedil;o&raquo;, referiu.

Disse que se pretende &laquo;monitorizar o que se passa nesta cadeia produtiva&raquo;, salientando que o problema se coloca a n&iacute;vel portugu&ecirc;s, mundial e europeu, tendo j&aacute; sido abordado no Conselho Europeu de ministros da agricultura. &laquo;N&atilde;o queremos que quem produz seja aquele que tem mais dificuldade em obter o retorno do seu investimento a um pre&ccedil;o justo&raquo;, assinalou Ant&oacute;nio Serrano. Garantiu que as v&aacute;rias entidades do sector j&aacute; se mostraram dispon&iacute;veis para um plano de promo&ccedil;&atilde;o dos produtos nacionais, dado que &laquo;o assunto interessa a todos&raquo;.

Internacionaliza&ccedil;&atilde;o passa por exportar qualidade
O ministro da Agricultura, Ant&oacute;nio Serrano, defendeu tamb&eacute;m  que o processo de internacionaliza&ccedil;&atilde;o da agricultura portuguesa passa por exportar, de forma organizada, produtos de qualidade para mercados com capacidade para pagar um &laquo;pre&ccedil;o pr&eacute;mio&raquo;
 
&laquo;Portugal, um pa&iacute;s pequeno, n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es para exportar em grande escala pelo que tem de apostar em produtos de qualidade e em pa&iacute;ses com segmentos de mercado que aceitem qualidade e estejam dispon&iacute;veis para pagar um pre&ccedil;o mais alto&raquo;, afirmou.

Para o ministro, o exemplo do vinho, onde foi feita uma marca conjunta, associada ao pa&iacute;s e dirigida ao consumidor internacional, deve ser aplicado a outras fileiras de produtos. &laquo;H&aacute; que arranjar sempre uma organiza&ccedil;&atilde;o conjunta para actuar no mercado internacional, evitando que cada produtor v&aacute; sozinho a feiras de qualidade&raquo;, acentuou.

Ant&oacute;nio Serrano disse que os vinhos se devem dirigir, preferencialmente, a mercados com um poder aquisitivo muito forte, como os do norte da Europa e da Am&eacute;rica, sempre numa &oacute;ptica de segmentos de qualidade. Adiantou que para al&eacute;m do vinho, o Minist&eacute;rio e os agricultores trabalham noutros produtos de exporta&ccedil;&atilde;o, como os do azeite e do arroz.

&laquo;Temos de associar os nossos produtos &agrave; nossa gastronomia como fazem os espanh&oacute;is e os italianos&raquo;, defendeu Ant&oacute;nio Serrano. &laquo;Temos, ainda, o chamado 'mercado da saudade', dos portugueses espalhados pelo mundo inteiro e que est&atilde;o dispon&iacute;veis para adquirir o que &eacute; nosso, desde que os produtos cheguem l&aacute; de forma organizada e que a cadeia de abastecimento n&atilde;o seja interrompida, faltando o produto no m&ecirc;s seguinte&raquo;, acentuou.

O ministro considera ainda que Portugal pode exportar para o norte de &Aacute;frica frutas, hort&iacute;colas, e vinho, sem esquecer os pa&iacute;ses de l&iacute;ngua oficial portuguesa, como j&aacute; sucede em Angola com o vinho, mas tamb&eacute;m com Mo&ccedil;ambique, Cabo Verde e com o Brasil &laquo;com quem tamb&eacute;m h&aacute; j&aacute; algumas trocas&raquo;.

O Parque de Exposi&ccedil;&otilde;es de Braga (PEB) e a Associa&ccedil;&atilde;o Empresarial de Portugal (AEP) formalizaram entretanto, atrav&eacute;s da assinatura conjunta de um protocolo institucional, uma parceria de internacionaliza&ccedil;&atilde;o para a organiza&ccedil;&atilde;o de feiras de neg&oacute;cios em Portugal e no estrangeiro.  Na ocasi&atilde;o, o vice-presidente da AEP Paulo Nunes de Almeida adiantou que as duas entidades v&atilde;o realizar, ainda em 2010, uma Agro-Feira Agr&iacute;cola e Pecu&aacute;ria em Angola.

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