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<title>Noticias do Portal de Seguranca Alimentar via RSS</title>
<link>http://www.segurancalimentar.com</link>
<description>Noticias do Portal de Seguranca Alimentar via RSS</description>
<language>pt-BR</language>
<webMaster>webmaster@segurancalimentar.com</webMaster>
<item><title><![CDATA[Crianças portuguesas alimentam-se mal )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7815</link><description><![CDATA[As crian&ccedil;as em Portugal est&atilde;o a alimentar-se mal, comendo, por exemplo, mais p&atilde;o do que fruta e, por isso, est&atilde;o cada vez mais obesas, revela um estudo agora conhecido. Um estudo em 2008 agora revelado demonstra que as crian&ccedil;as com idades entre os seis e os nove anos est&atilde;o longe de respeitar as regras b&aacute;sicas de uma boa alimenta&ccedil;&atilde;o. 

Os investigadores admitem que &eacute; uma esp&eacute;cie de invers&atilde;o completa da roda dos alimentos que se aprende na escola.  &laquo;Quando olhamos para estes resultados ficamos um pouco assustados e percebemos claramente onde est&aacute; a justifica&ccedil;&atilde;o da preval&ecirc;ncia da obesidade&raquo; entre os mais novos, disse Ana Rito, investigadora do Instituto Nacional de Sa&uacute;de e respons&aacute;vel em Portugal pelo estudo europeu sobre obesidade infantil da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de.

Este estudo, conseguido com inqu&eacute;ritos aos pais de quase 4000 crian&ccedil;as dos seis aos nove anos, revela que os alimentos que deviam ser comidos menos vezes est&atilde;o no topo da lista. Pelo contr&aacute;rio, s&atilde;o muito poucos os pais que dizem que os filhos comem p&atilde;o, fruta, sopa, leite meio gordo ou hortali&ccedil;as mais do que quatro vezes por semana.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7815</guid></item><item><title><![CDATA[Consumo de café aumenta resposta ao tratamento da hepatite C )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7814</link><description><![CDATA[Os pacientes com hepatite C avan&ccedil;ada e com doen&ccedil;a hep&aacute;tica cr&oacute;nica que receberam interfer&atilde;o peguilado mais ribavirina para tratamento da doen&ccedil;a e que beberam tr&ecirc;s ou mais ch&aacute;venas de caf&eacute; por dia apresentaram uma probabilidade duas vezes maior de responder ao tratamento do que o grupo de controlo que n&atilde;o consumiu a bebida, aponta um estudo publicado na revista “Gastroenterology”.

No estudo, foi verificado que entre os n&atilde;o consumidores de caf&eacute;, 46% tiveram uma resposta virol&oacute;gica precoce; 26% n&atilde;o apresentaram n&iacute;veis s&eacute;ricos detect&aacute;veis de RNA do v&iacute;rus da hepatite C na 20&ordf; semana; 22% n&atilde;o manifestaram soro detect&aacute;vel na 48&ordf; semana e 11% tiveram uma resposta virol&oacute;gica sustentada. Em contraste, a propor&ccedil;&atilde;o correspondente para aqueles que consumiram tr&ecirc;s ou mais ch&aacute;venas de caf&eacute; por dia foi 73%, 52%, 49% e 26%, respectivamente.

&quot;O consumo de caf&eacute; tem sido associado a um menor n&iacute;vel de enzimas do f&iacute;gado, a uma menor progress&atilde;o da doen&ccedil;a hep&aacute;tica cr&oacute;nica e &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia do cancro do f&iacute;gado”, explicou, em comunicado, o autor do estudo, Neal Freedman, do Instituto Nacional do Cancro dos EUA.

Apesar disso, a rela&ccedil;&atilde;o do consumo do caf&eacute; com a resposta ao tratamento para a hepatite C nunca tinha sido avaliada. “Embora tenhamos observado uma associa&ccedil;&atilde;o independente entre a ingest&atilde;o de caf&eacute; e a resposta virol&oacute;gica ao tratamento, a associa&ccedil;&atilde;o necessita de ser replicada noutros estudos&quot;, advertiu o cientista.  

Em todo o mundo, estima-se que existam entre 130 a 170 milh&otilde;es de infectados com hepatite C. Contudo, o tratamento com interfer&atilde;o peguilado e ribavirina trata a hepatite C cr&oacute;nica em apenas cerca de metade dos pacientes.

De acordo com os cientistas n&atilde;o se sabe se o caf&eacute; melhorar&aacute; tamb&eacute;m a condi&ccedil;&atilde;o tratada com outros f&aacute;rmacos (anti-virais) recentemente aprovados. Os investigadores tamb&eacute;m salientam a import&acirc;ncia de se realizarem estudos em pacientes com a doen&ccedil;a menos avan&ccedil;ada.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7814</guid></item><item><title><![CDATA[Beber água previne pedras nos rins )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7813</link><description><![CDATA[A ingest&atilde;o de &aacute;gua &eacute; um factor de preven&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento de pedras nos rins, alerta a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) em comunicado enviado &agrave; imprensa.

Os c&aacute;lculos renais, ou pedras nos rins, t&ecirc;m maior facilidade em desenvolverem-se nos dias mais quentes do Ver&atilde;o, devido ao maior &iacute;ndice de transpira&ccedil;&atilde;o (e perda de l&iacute;quidos), fazendo com que a urina fique mais concentrada em sais minerais. &quot;Nestas circunst&acirc;ncias, &eacute; mais f&aacute;cil formarem-se c&aacute;lculos renais&quot;, afirma o nefrologista Fernando Nolasco, presidente da SPN, no mesmo comunicado.

A hidrata&ccedil;&atilde;o &eacute; a principal forma de protec&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o de c&aacute;lculos renais. Quanto mais &aacute;gua for ingerida, menor ser&aacute; a concentra&ccedil;&atilde;o de sais na urina, e menor a probabilidade de precipita&ccedil;&atilde;o e de forma&ccedil;&atilde;o de c&aacute;lculos. Os alimentos que consumimos tamb&eacute;m t&ecirc;m um papel fundamental para a sa&uacute;de dos rins durante o Ver&atilde;o. O n&uacute;mero de pessoas que sofre com pedras nos rins &eacute; maior em pa&iacute;ses desenvolvidos, onde a alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; mais rica em prote&iacute;nas e sal.

De acordo com a nota enviada &agrave; imprensa, “as pessoas de risco, por exemplo, com antecedentes pessoais ou familiares de c&aacute;lculos, devem beber pelo menos dois litros de &aacute;gua por dia, reduzir a ingest&atilde;o de carne e peixe e alimentos ricos em oxalato, como espinafres, chocolate, ch&aacute; preto, frutos secos e figos. Evitar o consumo de sal e vitamina D e manter a ingest&atilde;o de lactic&iacute;nios tamb&eacute;m previne a forma&ccedil;&atilde;o de c&aacute;lculos renais”.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7813</guid></item><item><title><![CDATA[Portugueses gastam até cem euros para analisar vegetais )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7812</link><description><![CDATA[Alguns consumidores est&atilde;o a gastar cerca de cem euros para analisar os vegetais para detectar a bact&eacute;ria E.coli. As an&aacute;lises est&atilde;o a ser realizadas no Instituto Nacional de Sa&uacute;de Dr. Ricardo Jorge, mas at&eacute; agora, as “largas dezenas de an&aacute;lises” deram negativo, como refere o instituto.

“Desde que come&ccedil;ou o surto temos estado a receber pedidos de an&aacute;lises de produtores, distribuidores e consumidores”, afirma o departamento de comunica&ccedil;&atilde;o do instituto. 

Segundo avan&ccedil;a o Di&aacute;rio de Not&iacute;cias, os resultados demoram dez dias &uacute;teis e por ainda n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel saber se todas as amostras est&atilde;o livres da bact&eacute;ria. 

Embora ainda n&atilde;o tenha sido registado nenhum foco de surto em Portugal, o consumo de vegetais continua a baixar. O presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Agricultura diz que “em Portugal h&aacute; cerca de 500 a 600 produtores hort&iacute;colas” e que “os produtores afectados t&ecirc;m de ser ressarcidos”. 

Em declara&ccedil;&otilde;es ao jornal, Ant&oacute;nio Serrano, ministro da Agricultura, considerou “lament&aacute;vel” que a Alemanha continue a lan&ccedil;ar d&uacute;vidas de forma “irrespons&aacute;vel” sem ter conclus&otilde;es cient&iacute;ficas sobre a origem da bact&eacute;ria E.coli. 


]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7812</guid></item><item><title><![CDATA[G-20: Brasil opõe-se ao controlo do preço dos alimentos)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7811</link><description><![CDATA[O Brasil anunciou que manter&aacute; durante a pr&oacute;xima reuni&atilde;o do G20, na Fran&ccedil;a, a sua posi&ccedil;&atilde;o contr&aacute;ria a qualquer tipo de controlo no pre&ccedil;o internacional dos alimentos.

A informa&ccedil;&atilde;o foi anunciada pelo ministro da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento, Wagner Rossi, que defendeu que a &uacute;nica maneira de estabilizar os pre&ccedil;os agr&iacute;colas &eacute; atrav&eacute;s do aumento da produ&ccedil;&atilde;o de alimentos.

&quot;O Brasil &eacute; um dos poucos pa&iacute;ses que pode conseguir esse resultado com aumento da produtividade e sem agredir o meio-ambiente&quot;, declarou o ministro.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7811</guid></item><item><title><![CDATA[Banco Alimentar recolheu mais 150 toneladas do que em 2010)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7810</link><description><![CDATA[A campanha de recolha de alimentos do Banco Alimentar est&aacute; a superar a do ano passado, disse &agrave; Lusa a presidente institui&ccedil;&atilde;o, destacando as mais 150 toneladas recolhidas at&eacute; &agrave;s 18:00 de hoje. 

&quot;O balan&ccedil;o &eacute; muito positivo. At&eacute; &agrave;s 18:00, recolhemos 1705 toneladas de alimentos, mais 150 toneladas do que na campanha de 2010, ou seja, acima de 10 por cento&quot;, afirmou Isabel Jonet. 

A respons&aacute;vel atribui o aumento da solidariedade dos portugueses &agrave; &quot;confian&ccedil;a&quot; depositada no banco alimentar mas tamb&eacute;m &agrave; possibilidade de um dia poderem vir a precisar de usufruir desta ajuda. 

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7810</guid></item><item><title><![CDATA[Pepinos espanhóis já mataram oito pessoas na Alemanha)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7809</link><description><![CDATA[O n&uacute;mero de mortes na Alemanha associadas ao surto infeccioso provocado pela ingest&atilde;o de alimentos crus j&aacute; subiu para oito e cerca de mil pessoas foram afectadas por gastroenterites agudas. As autoridades de sa&uacute;de alem&atilde;s j&aacute; pediram aos cidad&atilde;os que redobrassem os cuidados de higiene, j&aacute; que a infec&ccedil;&atilde;o ainda n&atilde;o ter&aacute; atingido o seu pico.

Ao princ&iacute;pio da manh&atilde;, o hospital de Kiel, no norte da Alemanha, j&aacute; tinha confirmado tamb&eacute;m a s&eacute;tima v&iacute;tima mortal, uma mulher de 38 anos, que tinha sido internada h&aacute; alguns dias, em estado cr&iacute;tico, e viria a sucumbir devido a graves complica&ccedil;&otilde;es renais, um dos sintomas provocados pela variante extremamente agressiva da EHEC.

A &uacute;ltima v&iacute;tima mortal do S&iacute;ndrome Hemol&iacute;tico Ur&eacute;mico (SUH) - uma doen&ccedil;a potencialmente perigosa que provoca diarreias com sangue – foi uma mulher de 87 anos, num hospital de Eppendorf (Hamburgo).

Em Hamburgo, foram identificadas cerca de 400 pessoas afectadas, 60 das quais em estado grave. Quase todos os outros foram detectados nos estados da Baixa-Sax&oacute;nia, Schleswig-Holstein e Ren&acirc;nia do Norte-Westf&aacute;lia, segundo o Instituto Robert Koch de Berlim.

Na quinta-feira, o Instituto de Higiene de Hamburgo afirmou que a bact&eacute;ria teve origem em pepinos importados de Espanha. As autoridades alem&atilde;s asseguraram que a infec&ccedil;&atilde;o, provocada por uma variante perigosa da bact&eacute;ria Escherichia coli, foi originada por pepinos espanh&oacute;is que ter&atilde;o sido comercializados no mercado central de Hamburgo – importante centro de distribui&ccedil;&atilde;o de legumes e frutas.

A respons&aacute;vel local pela &aacute;rea da sa&uacute;de, Cornelia Pr&uuml;fer-Storcks, do partido social-democrata alem&atilde;o (SPD), garantiu mesmo ao “El Pa&iacute;s” que foram encontrados vest&iacute;gios de contamina&ccedil;&atilde;o em tr&ecirc;s pepinos importados de Espanha, adiantando que “outros produtos poder&atilde;o estar tamb&eacute;m infectados” e que novos estudos deveriam ainda ser realizados.

Mas a ministra da Agricultura espanhola, Rosa Aguilar entende que &eacute; cedo para acusar Espanha e lamentou que as acusa&ccedil;&otilde;es j&aacute; tivessem causado “danos irrepar&aacute;veis” ao sector.”N&atilde;o sabemos onde &eacute; que a contamina&ccedil;&atilde;o teve lugar e a Comiss&atilde;o Europeia tornou claro que pode ter ocorrido fora do pa&iacute;s de origem”, disse Aguilar citada pela AFP. “At&eacute; agora nada foi provado e n&atilde;o foi demonstrado que aconteceu no pa&iacute;s de origem”, acrescentou a ministra adiantando que em Espanha, o n&iacute;vel de “seguran&ccedil;a e qualidade &eacute; extraordinariamente alto”.

Tamb&eacute;m o porta-voz da da Comiss&atilde;o Europeia para a Sa&uacute;de e o Consumo, Fr&eacute;deric Vincent, declarou que a “contamina&ccedil;&atilde;o pode produzir-se no transporte ou na distribui&ccedil;&atilde;o a lojas na pr&oacute;pria Alemanha”, cita a ag&ecirc;ncia espanhola EFE.

A bact&eacute;ria j&aacute; foi identificada noutros pa&iacute;ses. Os Minist&eacute;rios da Sa&uacute;de da Dinamarca e da Su&eacute;cia relataram 17 casos confirmados de infec&ccedil;&otilde;es em pessoas que tinham estado antes no territ&oacute;rio alem&atilde;o.

Tamb&eacute;m as autoridades su&iacute;&ccedil;as notificaram um poss&iacute;vel caso de uma mulher que tinha estado no Norte da Alemanha e tinha sofrido fortes diarreias.

Na quinta-feira, o Minist&eacute;rio da Agricultura portugu&ecirc;s informou que Portugal n&atilde;o foi indicado pelas autoridades europeias e alem&atilde;s como sendo pa&iacute;s de destino dos pepinos espanh&oacute;is que poder&atilde;o estar na origem do surto infeccioso.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7809</guid></item><item><title><![CDATA[Continente impõe descontos sem avisar os fornecedores )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7808</link><description><![CDATA[No dia 23 de Maio o Continente lan&ccedil;ou uma nova promo&ccedil;&atilde;o que concede aos clientes 25% de desconto em cart&atilde;o Continente na compra de qualquer queijo &agrave; venda nas suas lojas. Seria apenas mais uma iniciativa para atrair consumidores se n&atilde;o tivesse um pormenor curioso: os produtores de queijo s&oacute; foram avisados no dia seguinte, a 24 de Maio, atrav&eacute;s de uma mensagem de correio eletr&oacute;nico onde a empresa do grupo Sonae pedia que a ac&ccedil;&atilde;o fosse “comparticipada pelo fornecedor (…) no valor de 25% sobre o sell out das vendas dos artigos”. 

O aviso a posteriori gerou mal-estar entre os produtores. Primeiro, porque se veem na conting&ecirc;ncia de perder 25% na receita de alguns produtos, esmagando a sua margem de lucro. Depois porque no in&iacute;cio do ano, j&aacute; tinham sido ‘convidados’ a comparticipar ac&ccedil;&otilde;es a realizar no &acirc;mbito do Cart&atilde;o Continente mediante o pagamento de 1,5% do valor total das suas vendas.

“Se n&atilde;o existir uma situa&ccedil;&atilde;o de abuso de posi&ccedil;&atilde;o dominante neste cen&aacute;rio, ent&atilde;o n&atilde;o entendemos em que circunst&acirc;ncias se poder&aacute; afirmar que existe essa situa&ccedil;&atilde;o”, reage Pedro Pimentel, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos Industriais de Latic&iacute;nios (ANIL). Sobretudo porque al&eacute;m do “agravamento de custos que a ac&ccedil;&atilde;o gera” aos fornecedores, a campanha foi comunicada “sem autoriza&ccedil;&atilde;o ou negocia&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via”.

Fonte oficial do Continente garante apenas que a informa&ccedil;&atilde;o sobre as datas de contaccto “n&atilde;o &eacute; de todo verdadeira”. Mas n&atilde;o especificou as datas certas. “As nossas ac&ccedil;&otilde;es s&atilde;o programadas de forma transparente, com anteced&ecirc;ncia, e este caso n&atilde;o foi excep&ccedil;&atilde;o”, resumiu, por correio eletr&oacute;nico, sem responder &agrave;s seis quest&otilde;es colocadas pelo Expresso.

O presidente da ANIL assegura, no entanto, que esta pr&aacute;tica &eacute; recorrente nas principais cadeias de distribui&ccedil;&atilde;o, traduzindo um “sentimento de impunidade dos operadores”. “Presumem sempre que, face &agrave; amea&ccedil;a de ‘sa&iacute;da de linha’, as empresas n&atilde;o t&ecirc;m outra alternativa que n&atilde;o a de ceder &agrave;s exig&ecirc;ncias”, diz Pedro Pimentel. E cedem porque haver&aacute; j&aacute; um hist&oacute;rico de retalia&ccedil;&atilde;o: face &agrave; recusa em aceitar, alguns associados da ANIL viram “de imediato bloqueadas as encomendas de todos ou de parte dos seus produtos”, acusa.

O cen&aacute;rio &eacute; tamb&eacute;m confirmado pelo presidente da associa&ccedil;&atilde;o Centromarca, Jo&atilde;o Paulo Girbal, que critica o “excesso de poder” da Sonae e Jer&oacute;nimo Martins. “Nenhum fornecedor arrisca perder a presen&ccedil;a nessas lojas. Se se queixam em situa&ccedil;&otilde;es de abuso correm o risco de fechar as portas”, diz.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7808</guid></item><item><title><![CDATA[PE quer sumos de fruta mais saudáveis  )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7807</link><description><![CDATA[A comiss&atilde;o do Meio Ambiente, Sa&uacute;de P&uacute;blica e Seguran&ccedil;a Alimentar do Parlamento Europeu aprovou uma informa&ccedil;&atilde;o sobre a modifica&ccedil;&atilde;o da directiva sobre sumos de fruta para consumo na Uni&atilde;o Europeia, que pretende que esses sejam mais saud&aacute;veis e com melhor informa&ccedil;&atilde;o. 

Andr&eacute;s Perell&oacute; destaca no seu texto que os sumos naturais e os procedentes de concentrados n&atilde;o podem adicionar mais a&ccedil;&uacute;car na sua composi&ccedil;&atilde;o e apenas permitir o mesmo para a categoria classificada como n&eacute;ctar, embora especificando o tipo e a quantidade.

Na actualidade &eacute; permitido acrescentar 15 gramas por litro sem mencionar nas etiquetas, e tamb&eacute;m com a finalidade de ajudar o consumidor a distinguir entre sumo e n&eacute;ctar, durante os primeiros anos de aplica&ccedil;&atilde;o da nova directiva deve ter a indica&ccedil;&atilde;o “sem a&ccedil;&uacute;car adicionado” nos sumos naturais.

O eurodeputado sublinhou tamb&eacute;m a necessidade de que os sumos de frutas que se encontrar no mercado tenham indica&ccedil;&atilde;o clara, de forma a evitar confus&otilde;es por parte do consumidor, declarando que n&atilde;o querem &laquo;nem desenhos nem denomina&ccedil;&otilde;es enganosas&raquo;.

Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; proibi&ccedil;&atilde;o de utilizar sumo de tangerina sem mencionar na etiqueta, uma pr&aacute;tica permitida para sumos importados, mas n&atilde;o nos fabricados na Uni&atilde;o Europeia (UE), o deputado reclama que se exija “igualdade e reciprocidade” para os produtores europeus e os procedentes de pa&iacute;ses terceiros, considerando que sem estes factores &laquo;a norma de qualidade alimentar n&atilde;o tem qualquer sentido&raquo;.

O respons&aacute;vel relembrou ainda que &laquo;as tend&ecirc;ncias na actual dieta est&atilde;o a mudar e por isso reclamam que a informa&ccedil;&atilde;o disponibilizada aos consumidores seja precisa, para que estes possam eleger que produtos querem com a maior transpar&ecirc;ncia poss&iacute;vel&raquo;.
]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7807</guid></item><item><title><![CDATA[Danone Portugal quer exportar 25% da produção até 2012)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7806</link><description><![CDATA[A f&aacute;brica da Danone em Castelo Branco prev&ecirc; aumentar a quota de exporta&ccedil;&atilde;o dos actuais 13,5 por cento para 25 por cento em 2012, um aumento de 11,5 por cento.

A meta foi avan&ccedil;ada pelo director da f&aacute;brica, Carlos Antunes, durante a apresenta&ccedil;&atilde;o da nova receita do Activia, que representa 30 por cento das vendas da marca.

Apesar do incremento da produ&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute; previsto o aumento do n&uacute;mero de trabalhadores nem a introdu&ccedil;&atilde;o de novas linhas fabris nesta unidade, que produz diariamente cerca de 1,5 milh&otilde;es de iogurtes.

“Em termos de trabalhadores vai depender da forma como evoluir a produ&ccedil;&atilde;o”, garante Carlos Antunes.

A f&aacute;brica da Danone em Castelo Branco &eacute; a &uacute;nica do grupo em Portugal e foi considerada a sexta melhor entre as 49 do grupo que se encontram espalhadas pelo mundo.

A empresa facturou em 2010 cerca de 140 milh&otilde;es de euros e tem uma quota de mercado de 33,5 por cento, sendo o Activia o mais vendido.

“&Eacute; l&iacute;der de mercado e em condi&ccedil;&otilde;es normais n&atilde;o necessitaria desta inova&ccedil;&atilde;o”, assume Nuno Santos, o director da &aacute;rea de inova&ccedil;&atilde;o.

A nova receita do iogurte foi desenvolvida ao longo de seis meses em Castelo Branco, incorporando 70 por cento de ingredientes nacionais, sendo que o leite &eacute; totalmente portugu&ecirc;s e parcialmente recolhido no distrito.

A fruta utilizada no fabrico n&atilde;o &eacute; nacional mas &eacute; processada em Portugal.

Segundo Nuno Santos a importa&ccedil;&atilde;o de fruta acontece porque at&eacute; ao momento “n&atilde;o identificamos um padr&atilde;o de qualidade suficiente”.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7806</guid></item></channel>
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