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<title>Noticias do Portal de Seguranca Alimentar via RSS</title>
<link>http://www.segurancalimentar.com</link>
<description>Noticias do Portal de Seguranca Alimentar via RSS</description>
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<webMaster>webmaster@segurancalimentar.com</webMaster>
<item><title><![CDATA[Ministra confirma 7 casos de gripe H1N1 nas últimas 24 horas)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6261</link><description><![CDATA[A ministra da Sa&uacute;de, Ana Jorge, disse hoje que foram confirmados sete casos de gripe A (H1N1) em Portugal nas &uacute;ltimas 24 horas. 

&laquo;Nas &uacute;ltimas 24 horas tivemos mais sete casos positivos confirmados laboratorialmente ontem e hoje. De todos os doentes analisados, sete foram positivos&raquo;, afirmou a ministra, acrescentando que est&atilde;o &laquo;clinicamente bem&raquo; e ter&atilde;o alta assim que passe o per&iacute;odo de cont&aacute;gio. 

A ministra falava aos jornalistas na Assembleia da Rep&uacute;blica, &agrave; margem do debate do Estado da Na&ccedil;&atilde;o, para fazer um balan&ccedil;o do n&uacute;mero de casos confirmados. 

Com os sete casos confirmados hoje, sobe para 27 o n&uacute;mero de pessoas diagnosticadas com o v&iacute;rus da gripe H1N1 no pa&iacute;s. 

Questionada pelos jornalistas, a ministra disse ainda que por enquanto &laquo;n&atilde;o se justifica&raquo; o alargamento dos hospitais de refer&ecirc;ncia. 

&laquo;Se acontecer um n&uacute;mero muito grande de casos de doen&ccedil;a temos que obviamente criar outros hospitais e outros locais de atendimento&raquo;, afirmou, destacando que &laquo;os centros de sa&uacute;de que j&aacute; est&atilde;o preparados para isso&raquo;. 
]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6261</guid></item><item><title><![CDATA[UE já pode importar carne de bovino do Brasil)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6260</link><description><![CDATA[A Comiss&atilde;o Europeia alargou aos Estados brasileiros de S&atilde;o Paulo e Paran&aacute; o levantamento do embargo &agrave;s exporta&ccedil;&otilde;es de carne bovina para a Uni&atilde;o Europeia (UE), em vigor desde 2005. 

Segundo a Comiss&atilde;o, a exporta&ccedil;&atilde;o foi alargada depois daqueles &laquo;terem sido reconhecidos pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de Animal como livres de febre aftosa, ap&oacute;s uma campanha de vacina&ccedil;&atilde;o&raquo;, no entanto, Bruxelas sublinha que &laquo;os requisitos especiais para a carne brasileira estabelecidos na decis&atilde;o 2008/61/EC, que limita as exporta&ccedil;&otilde;es de carne de animais de explora&ccedil;&otilde;es aprovadas pelas autoridades brasileiras, aplicam-se ao Paran&aacute; e a S&atilde;o Paulo&raquo;. 

O n&uacute;mero de explora&ccedil;&otilde;es autorizadas tem sido o principal ponto de disc&oacute;rdia entre Bruxelas e Bras&iacute;lia, dado que o governo brasileiro prop&ocirc;s inicialmente que fosse dado o aval a mais de duas mil fazendas enquanto a Comiss&atilde;o Europeia sempre defendeu um m&aacute;ximo de 300. 

No passado m&ecirc;s de Fevereiro, a proibi&ccedil;&atilde;o &agrave; entrada na UE de carne de bovino maturada e desossada brasileira foi levantado para 106 explora&ccedil;&otilde;es, mantendo-se para a carne proveniente dos Estados de S&atilde;o Paulo e Paran&aacute;. 

A UE importa 327 mil toneladas de carne de bovino do Brasil, no valor de 963 milh&otilde;es de euros, segundo os dados de 2006, publicados pelo Eurostat. 

Segundo fonte comunit&aacute;ria, a carne brasileira tem a maior fatia das importa&ccedil;&otilde;es de pa&iacute;ses do Mercosul, como a Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, que somam as 449 mil toneladas. 

Para al&eacute;m dos dois Estados brasileiros, Bruxelas retirou a proibi&ccedil;&atilde;o &agrave; carne da regi&atilde;o da Patag&oacute;nia Norte B, na Argentina, e ainda do Paraguai. 

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6260</guid></item><item><title><![CDATA[SIRCA / Suínos: Adesão obrigatória)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6259</link><description><![CDATA[Segundo instru&ccedil;&otilde;es da Direc&ccedil;&atilde;o Geral de Veterin&aacute;ria, todos os suinicultores cujas explora&ccedil;&otilde;es se encontrem situadas em zona n&atilde;o remota est&atilde;o obrigados a aderir ao SIRCA, salvo aqueles que obtenham aprova&ccedil;&atilde;o pelos servi&ccedil;os da Direc&ccedil;&atilde;o Geral do plano entregue conforme previsto no n.&ordm; 2, do art. 4.&ordm; do Decreto-Lei n.&ordm; 244/2003.

O crit&eacute;rio de selec&ccedil;&atilde;o de ades&atilde;o dever&aacute; ser o de que a n&atilde;o apresenta&ccedil;&atilde;o de plano &eacute; sinal inequ&iacute;voco de ades&atilde;o. Logo, a n&atilde;o ades&atilde;o &eacute; expressa pela apresenta&ccedil;&atilde;o do plano, sua aprova&ccedil;&atilde;o e consequente implementa&ccedil;&atilde;o.

O tempo que medeia entre o in&iacute;cio da implementa&ccedil;&atilde;o do SIRCA e a aprova&ccedil;&atilde;o do plano implica ades&atilde;o obrigat&oacute;ria ao SIRCA Su&iacute;nos.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6259</guid></item><item><title><![CDATA[Soja protege a função pulmonar )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6258</link><description><![CDATA[O consumo de produtos &agrave; base de soja foi associado a uma melhor fun&ccedil;&atilde;o pulmonar e a uma menor propens&atilde;o para desenvolver a doen&ccedil;a pulmonar obstrutiva cr&oacute;nica (DPOC), revela um estudo da Curtin University of Technology, na Austr&aacute;lia.

No estudo, foram avaliados 640 pacientes de seis hospitais japoneses, 300 com DPOC e 340 saud&aacute;veis, pertencentes ao grupo de controlo.

Na investiga&ccedil;&atilde;o, publicada na revista “Respiratory Research”, Andy Lee, l&iacute;der da investiga&ccedil;&atilde;o, revelou que “os flavon&oacute;ides presentes nos alimentos de soja actuam como agentes anti-inflamat&oacute;rios nos pulm&otilde;es, que protegem os fumadores contra os carcinog&eacute;neos do tabaco”.

Apesar de as conclus&otilde;es serem entusiasmantes, ser&atilde;o necess&aacute;rias mais investiga&ccedil;&otilde;es para compreender o mecanismo biol&oacute;gico provocado pelos alimentos &agrave; base de soja.

A doen&ccedil;a pulmonar obstrutiva cr&oacute;nica &eacute; caracterizada por um decl&iacute;nio progressivo da fun&ccedil;&atilde;o pulmonar, causada, em 90% dos casos, pelo tabagismo. A condi&ccedil;&atilde;o engloba bronquite cr&oacute;nica e enfisema pulmonar.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6258</guid></item><item><title><![CDATA[Álcool mata um em cada dez europeus)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6257</link><description><![CDATA[O consumo de &aacute;lcool na Europa conduz &agrave; morte de uma em cada dez pessoas, segundo dois estudos publicados na revista “Lancet”, os quais referem que, a n&iacute;vel mundial, a taxa &eacute; de uma morte por cada 25 habitantes.

A investiga&ccedil;&atilde;o, liderada por J&uuml;rgen Rehm, do Centre for Addiction and Mental Health de Toronto, aferiu que o consumo m&eacute;dio no mundo &eacute; de 6,2 litros de &aacute;lcool por ano, o equivalente a 12 unidades por semana, sendo que uma unidade representa 10 gramas de &aacute;lcool puro, dez centilitros de vinho ou 25 centilitros de cerveja.

Este consumo varia entre 21,5 unidades por semana na Europa, 18 unidades na Am&eacute;rica do Norte e apenas 1,3 unidades nos pa&iacute;ses do mediterr&acirc;neo oriental. De acordo com o trabalho, citado pela ag&ecirc;ncia Lusa, em todas as regi&otilde;es do mundo, os homens consomem mais &aacute;lcool do que as mulheres. Contudo, a maioria da popula&ccedil;&atilde;o mundial (45% dos homens e 65% das mulheres) &quot;n&atilde;o o consume nunca&quot;.

De acordo com a investiga&ccedil;&atilde;o, em 2004, 3,8% das mortes (6,3% de homens e 1,1% de mulheres), ou seja, quase uma em 25 no mundo, foi atribu&iacute;vel ao &aacute;lcool. Os n&uacute;meros s&atilde;o claramente mais elevados na Europa, com 10% das mortes atribu&iacute;veis ao &aacute;lcool, e 15% na R&uacute;ssia, onde mais de metade dos &oacute;bitos antes dos 55 anos est&atilde;o ligados ao &aacute;lcool.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6257</guid></item><item><title><![CDATA[Gripe A: Mais duas crianças infectadas em Portugal)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6256</link><description><![CDATA[O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de informou que duas crian&ccedil;as est&atilde;o infectadas com o v&iacute;rus da Gripe A (H1N1), elevando para 20 o n&uacute;mero de casos confirmados em Portugal. 

Um dos casos &eacute; um menino de nove anos, regressado de Palma de Maiorca e que est&aacute; internado no Hospital Dona Estef&acirc;nia, em Lisboa. 

O outro &eacute; uma menina de tr&ecirc;s anos, vinda do Canad&aacute;, que se encontra internada no Hospital de Angra do Hero&iacute;smo, nos A&ccedil;ores, refere o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (MS) em comunicado publicado no Portal da Sa&uacute;de. 

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6256</guid></item><item><title><![CDATA[Consumo de café protege a memória das mulheres idosas)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6255</link><description><![CDATA[As mulheres idosas que consomem mais de tr&ecirc;s ch&aacute;venas de caf&eacute; ou ch&aacute; por dia mostraram uma menor perda de mem&oacute;ria do que as que tomavam apenas uma, um efeito que n&atilde;o foi verificado nos homens.

A investiga&ccedil;&atilde;o foi realizada por uma equipa de cientistas portugueses e franceses, que estudou o efeito da cafe&iacute;na em 4.197 mulheres e 2.820 homens de tr&ecirc;s cidades francesas. Estes participantes foram submetidos, durante quatro anos, a v&aacute;rios testes para avaliar o seu desempenho cognitivo.

Segundo o estudo, as propriedades psico-estimulantes da cafe&iacute;na parecem reduzir o decl&iacute;nio cognitivo nas mulheres sem dem&ecirc;ncia, especialmente nas mais idosas. Contudo, o mesmo n&atilde;o se verificou nos homens, aparentemente porque a cafe&iacute;na &eacute; assimilada de forma diferente pelos membros de ambos os sexos.

Alexandre Mendon&ccedil;a, neurologista portugu&ecirc;s que participou na investiga&ccedil;&atilde;o, disse que se confirma ”o efeito protector da cafe&iacute;na no Alzheimer e Parkinson, mas n&atilde;o se sabe se tem efeito noutras doen&ccedil;as degenerativas”.

Apesar de a cafe&iacute;na poder ser protectora das c&eacute;lulas nervosas, o neurologista alerta para o facto de o seu consumo em excesso poder ser nocivo.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6255</guid></item><item><title><![CDATA[Produtores portugueses de azeite premiados saúdam nova aposta na qualidade)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6254</link><description><![CDATA[Produtores portugueses de azeite, premiados pelo Conselho Ole&iacute;cola Internacional (COI) saudaram hoje o desenvolvimento do sector que cada vez aposta mais na qualidade e que por isso &eacute; mais reconhecido internacionalmente.

Quatro dos 11 pr&eacute;mios anuais M&aacute;rio Solinas, atribu&iacute;dos pelo COI em reconhecimento dos melhores azeites do mundo, reca&iacute;ram sobre produtores portugueses, sendo quatro outros finalistas na edi&ccedil;&atilde;o de 2009, a que se candidataram 85 produtores de 8 pa&iacute;ses.

Jer&oacute;nimo Pedro Mendon&ccedil;a de Abreu e Lima (Quinta da Fonte, Vale de Madeiro, Mirandela) obteve o primeiro pr&eacute;mio na categoria de Maduro Intenso e a Sociedade Agr&iacute;cola do Monte Novo e Figueirinha, de Beja obteve o primeiro pr&eacute;mio na categoria de Maduro M&eacute;dio.

A CARM (Casa Agr&iacute;cola Roboredo Madeira) de Almendra, obteve o segundo pr&eacute;mio na categoria de Maduro Intenso e Filipe Jos&eacute; de Albuquerque Roboredo Madeira, de Vilar de Amargo, obteve o terceiro pr&eacute;mio na categoria de Maduro M&eacute;dio.

Entregues ter&ccedil;a-feira em Madrid, os pr&eacute;mios e que reconhecem os melhores azeites virgem extra, classificados em fun&ccedil;&atilde;o do valor m&eacute;dio do frutado - nas categorias: verde intenso, verde m&eacute;dio, maduro intenso e maduro m&eacute;dio - , e comparando quest&otilde;es como sensa&ccedil;&otilde;es olfativas e gustativas e a harmonia, complexidade e persist&ecirc;ncia dos azeites.

Celso Madeira, da CARM de Almendra, recolheu dois pr&eacute;mios, um segundo pela sua produ&ccedil;&atilde;o de maduro intenso e um terceiro, em nome do filho, pela sua produ&ccedil;&atilde;o de maduro m&eacute;dio.

&laquo;Temos uma sociedade an&oacute;nima, mas em que cerca de 40 por cento &eacute; de produ&ccedil;&atilde;o da sociedade minha e dos meus filhos&raquo;, explicou &agrave; Lusa.

Destacando a crescente qualidade do azeite portugu&ecirc;s, Celso Madeira disse que Portugal &laquo;tem possibilidade de fazer ainda melhor azeite&raquo;, num momento em que os pr&oacute;prios portugueses come&ccedil;am a reconhecer e a apostar na qualidade.

&laquo;H&aacute; uma percep&ccedil;&atilde;o do azeite, hoje em Portugal, completamente diferente. Aqui h&aacute; uns anos valoriza-se muito mais a qualidade, temos um p&uacute;blico que aprecia melhor o azeite e que sabe porque o aprecia&raquo;, explicou.

Opini&atilde;o partilhada por Jer&oacute;nimo Pedro Mendon&ccedil;a de Abreu e Lima que considerou o reconhecimento do COI &laquo;&eacute; muito importante&raquo; para a produ&ccedil;&atilde;o de azeite em Portugal e traduz &laquo;uma reposi&ccedil;&atilde;o da justi&ccedil;a&raquo; na avalia&ccedil;&atilde;o do produto nacional.

&laquo;J&aacute; se come&ccedil;am a produzir azeites de alt&iacute;ssima qualidade. Apesar de ter vencido aqui (um primeiro pr&eacute;mio) considero-o um entre iguais. A produ&ccedil;&atilde;o portuguesa &eacute; hoje de alt&iacute;ssima qualidade e isso &eacute; reconhecido internacionalmente&raquo;, frisou.

&laquo;Produzimos poucas quantidades, em algumas zonas, e por isso s&oacute; apostando na qualidade &eacute; que podemos concorrer no mercado internacional&raquo;, disse ainda.

Para Filipe Cameirinha Ramos, da Herdade de Monte Novo e Figueirinha - que j&aacute; foi premiado em 2007-, Portugal deixou de ser apenas um pa&iacute;s que enviava azeite &laquo;a granel&raquo; para encher marcas em It&aacute;lia ou Espanha.

&laquo;Temos dados provas de que temos azeites para concorrer com os melhores do mundo&raquo;, frisou, destacando por&eacute;m que ainda &eacute; necess&aacute;rio fazer mais na promo&ccedil;&atilde;o e marketing dos produtos nacionais, dentro e fora de portas.

Uma aposta que na opini&atilde;o de Jo&atilde;o Sampaio e Mello Schmidt, da Ollivus - um dos finalistas - come&ccedil;a a ser ganha, com a produ&ccedil;&atilde;o a apostar na qualidade e num mercado cada vez mais exigente.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6254</guid></item><item><title><![CDATA[CE: Acordos sobre arroz da UE entre outros países cumpriram objectivos)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6253</link><description><![CDATA[A Comiss&atilde;o Europeia publicou uma informa&ccedil;&atilde;o que analisa o impacto no mercado comunit&aacute;rio dos acordos do arroz estabelecidos durante 2004 e 2005, com a &Iacute;ndia, Paquist&atilde;o, Estados Unidos e a Tail&acirc;ndia.

Segundo o documento, os acordos cumpriram os seus objectivos, tendo em conta que aumentou a protec&ccedil;&atilde;o dos mercados quando as importa&ccedil;&otilde;es cresceram e vice-versa, com as quantidades processadas na Uni&atilde;o Europeia a se manterem est&aacute;veis.

Os aumento das importa&ccedil;&otilde;es de arroz elaborado e semi-elaborado foram mais elevadas que as de arroz branco, atingindo, respectivamente, 177 mil toneladas em 2004/2005 a 394 mil em 2007/2008 e de 537 a 683 mil toneladas no per&iacute;odo hom&oacute;logo.

O acordo aprovado com os Estados Unidos em 2005 foi aplicado com car&aacute;cter retroactivo desde Mar&ccedil;o do mesmo ano, estabelecendo um m&eacute;todo de c&aacute;lculo das taxas de arroz, que previa direitos aduaneiros vari&aacute;veis, ou seja, de 65; 42,5 e 30 euros por tonelada em fun&ccedil;&atilde;o dos volumes importados.

A combina&ccedil;&atilde;o aprovada com a Tail&acirc;ndia em Dezembro de 2005 foi posta em pr&aacute;tica com car&aacute;cter regressivo desde um de Setembro daquele ano, no qual a Uni&atilde;o Europeia estabelecia, em cada seis meses, as taxas para o arroz branco, elaborado e semi-elaborado, entre 175 e 145 euros por toneladas, segundo a compara&ccedil;&atilde;o entre os n&iacute;veis de importa&ccedil;&atilde;o e uma quantidade de refer&ecirc;ncia de 182 mil toneladas, a m&eacute;dia semestral importada actualmente.

O mesmo abria ainda um contingente com taxa zero de 13.500, das quais 4,313 era reservadas para a Tail&acirc;ndia, enquanto, para o arroz partido, a Uni&atilde;o Europeia aplicava um total de 65 euros por toneladas, introduzindo por outro lado a excep&ccedil;&atilde;o com valores reduzidos de 45 euros por tonelada, desde um total de 80 a 100 mil toneladas. 

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6253</guid></item><item><title><![CDATA[Estar um pouco acima do peso pode prolongar a vida)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6252</link><description><![CDATA[As pessoas que est&atilde;o abaixo do peso e os obesos correm um maior risco de morte do que as pessoas que se encontram ligeiramente acima do peso normal, de acordo com um levantamento efectuado no Canad&aacute; e que foi publicado na revista “Obesity”.

O &Iacute;ndice de Massa Corporal (IMC) &eacute; obtido atrav&eacute;s da divis&atilde;o do peso pela altura ao quadrado (kg/cm 2).

Avaliando os dados de uma pesquisa canadiana recolhidos junto de 11.326 volunt&aacute;rios, ao longo de 12 anos, os investigadores, liderados por Heather M. Orpana, do Health Analysis Division, do Statistics Canada, verificaram que, quando comparados com as pessoas com peso normal, os que apresentavam um IMC abaixo do normal tinham um risco 73% maior de morte e os obesos apresentavam um risco 36% maior de perecerem. Contudo, os que se encontravam ligeiramente acima do IMC normal (entre os 25 e os 29,9) apresentaram um menor risco de morte, na ordem dos 17%.

Em entrevista ao s&iacute;tio Eurekalert, Keith Bachman, membro da equipa de investiga&ccedil;&atilde;o, explicou que o que foi analisado no estudo foi apenas a rela&ccedil;&atilde;o peso/mortalidade e n&atilde;o as suas causas. Contudo, o especialista referiu que ter boa sa&uacute;de &eacute; muito mais do que o n&uacute;mero registado no IMC. “Sabemos que as pessoas que escolhem um estilo de vida saud&aacute;vel t&ecirc;m uma melhor sa&uacute;de”.

O investigador aconselha, por isso, uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, a pr&aacute;tica de exerc&iacute;cio f&iacute;sico e a avalia&ccedil;&atilde;o regular dos n&iacute;veis de tens&atilde;o arterial, colesterol e a&ccedil;&uacute;car no sangue.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6252</guid></item></channel>
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