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<title>Noticias do Portal de Seguranca Alimentar via RSS</title>
<link>http://www.segurancalimentar.com</link>
<description>Noticias do Portal de Seguranca Alimentar via RSS</description>
<language>pt-BR</language>
<webMaster>webmaster@segurancalimentar.com</webMaster>
<item><title><![CDATA[Consumidores ainda "desconfiam" dos produtos nacionais )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6846</link><description><![CDATA[A conclus&atilde;o &eacute; de um relat&oacute;rio apresentado pela Associa&ccedil;&atilde;o Empresarial de Portugal (AEP) no &acirc;mbito da campanha &quot;Portugal. A minha primeira escolha&quot;. No total foram inquiridos 819 consumidores. No inqu&eacute;rito, a assinatura “Compro o que &eacute; nosso” foi reconhecida pela maioria dos entrevistados (52 por cento) mas ainda assim n&atilde;o se traduz na pr&aacute;tica numa maior valoriza&ccedil;&atilde;o dos produtos portugueses.

Segundo os resultados, os produtos nacionais s&atilde;o percepcionados pela maioria dos entrevistados como iguais aos produtos estrangeiros. Metade dos entrevistados considera-os mais caros mas de igual qualidade. A apresenta&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio teve lugar no Europarque em Santa Maria da Feira e contou com a presen&ccedil;a de Jos&eacute; S&oacute;crates e Vieira da Silva, ministro da Economia.

Sector da ind&uacute;stria &eacute; o que mais aposta na campanha
A maioria das empresas que aderiram &agrave; campanha pertence ao sector da ind&uacute;stria (76 por cento). Os sectores alimentar (32 por cento) e t&ecirc;xtil, cal&ccedil;ado e acess&oacute;rios (15 por cento) constituem os sectores mais representados num total de 440 empresas. Cer&acirc;mica e constru&ccedil;&atilde;o ocupam o 3&ordm; lugar (10 por cento). Os sectores menos representados s&atilde;o o autom&oacute;vel, os servi&ccedil;os e a ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica e qu&iacute;mica.

Porto (22 por cento), Aveiro (18 por cento) e Lisboa (17 por cento) constituem os distritos onde maior n&uacute;mero de empresas aderiu ao projecto. As regi&otilde;es aut&oacute;nomas dos A&ccedil;ores e da Madeira ocupam o 4&ordm; lugar com 15 por cento do total das empresas envolvidas na campanha. Viseu, Coimbra e Santar&eacute;m s&atilde;o os distritos menos envolvidos na campanha.

Campanha forte permitiu universalizar o &quot;P&quot;
No inqu&eacute;rito, a assinatura “Compro o que &eacute; nosso” foi reconhecida pela maioria dos entrevistados (52 por cento) mas ainda assim n&atilde;o significa que na pr&aacute;tica os portugueses optem pelos produtos nacionais na hora da compra.

O programa foi lan&ccedil;ado em finais de 2006 pela AEP. No mesmo &acirc;mbito, a associa&ccedil;&atilde;o decidiu realizar no ano passado, uma campanha intitulada “Portugal. A Minha Primeira Escolha” para promover os produtos e as empresas portuguesas nos media e nas grandes superf&iacute;cies comerciais.

Segundo a AEP, os principais objectivos do projecto s&atilde;o a melhoria da competitividade e apoio &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o e internacionaliza&ccedil;&atilde;o do tecido empresarial portugu&ecirc;s e sensibiliza&ccedil;&atilde;o da opini&atilde;o p&uacute;blica para a import&acirc;ncia s&oacute;cio-econ&oacute;mica das marcas nacionais.

Ao todo est&atilde;o envolvidas 440 pequenas e m&eacute;dias empresas maioritariamente, que s&atilde;o respons&aacute;veis por 1500 marcas. Entre elas est&atilde;o a Salud&atilde;es, as Conservas Ramirez, a RAR, Riberalves, J.P. S&aacute; Couto, Farmac&ecirc;utica Generis, Danone Portugal entre outras. No total, todas as empresas representam uma factura&ccedil;&atilde;o agregada superior a 9 mil milh&otilde;es de euros e empregam cerca de 55 mil pessoas.

O “P” mai&uacute;sculo &eacute; o selo da campanha que se encontra inscrito nas embalagens de in&uacute;meros produtos alimentares, para casa e vestu&aacute;rio, seja nos supermercados ou nas grandes superf&iacute;cies comerciais.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6846</guid></item><item><title><![CDATA[Frulact produz fruta enriquecida com cálcio para iogurtes )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6845</link><description><![CDATA[Escolher um iogurte deixou de ser uma tarefa f&aacute;cil. H&aacute; com ou sem peda&ccedil;os, cheios de cereais ou de chocolate, naturais ou de aroma, l&iacute;quidos ou cremosos. As novidades invadem as prateleiras a grande velocidade e quem fornece a ind&uacute;stria tem de estar sempre um passo &agrave; frente: os produtos t&ecirc;m, cada vez mais, edi&ccedil;&otilde;es limitadas e um tempo de vida curto.

Inovar &eacute;, por isso, uma quest&atilde;o de sobreviv&ecirc;ncia.

Foi da &aacute;rea de Desenvolvimento e Aplica&ccedil;&atilde;o da Frulact, empresa familiar da Maia, que sa&iacute;ram os preparados de fruta enriquecidos com c&aacute;lcio, extractos de plantas e &oacute;mega 3 ou os preparados de legumes para a ind&uacute;stria dos lactic&iacute;nios. A equipa de 22 trabalhadores deste departamento tem de &quot;dominar a tecnologia do cliente&quot; e antecipar as suas vontades, diz Jo&atilde;o Miranda, de 44 anos, presidente da &uacute;nica empresa em Portugal que faz preparados de fruta para a ind&uacute;stria dos lactic&iacute;nios, pastelaria industrial, gelados e bebidas.

As seis unidades de produ&ccedil;&atilde;o que tem em quatro pa&iacute;ses diferentes produzem 45 mil toneladas, mas, depois de um ano de quebras acentuadas - o consumo dos seus produtos caiu entre 18 e 20 por cento - a empresa prepara-se para investir dois milh&otilde;es de euros num laborat&oacute;rio de inova&ccedil;&atilde;o e tecnologia, desenvolvimento e aplica&ccedil;&atilde;o, instalado na Maia, com cerca de mil metros quadrados.

&quot;Servir&aacute; para apoiar o cliente, antecipar as tend&ecirc;ncias de mercado e encurtar o time to market. &Eacute; mais f&aacute;cil para os clientes deslocarem-se &agrave; Maia [onde est&aacute; a sede da empresa] e sa&iacute;rem com um produto desenvolvido debaixo do bra&ccedil;o&quot;, explica. O objectivo deste investimento de dois milh&otilde;es de euros &eacute; manter esta estrutura em Portugal, apesar de 95 por cento do neg&oacute;cio da Frulact ser feito fora do pa&iacute;s.

Desde que foi fundada, em 1987, que a investiga&ccedil;&atilde;o propriamente dita &eacute; entregue &agrave;s universidades. &quot;Fazemos projectos em conjunto, espec&iacute;ficos para o que pretendemos [e aplicamos a inova&ccedil;&atilde;o] que tenha valor acrescentado&quot;, afirma Jo&atilde;o Miranda. Destas parcerias sa&iacute;ram, por exemplo, novos m&eacute;todos de detec&ccedil;&atilde;o de pesticidas ou o desenvolvimento de corantes naturais para a ind&uacute;stria alimentar.

Internamente, enquanto uns trabalham constantemente na antecipa&ccedil;&atilde;o das necessidades dos clientes, outros dedicam-se, no prazo de dois a tr&ecirc;s anos, a estudar as futuras tend&ecirc;ncias de produtos ou processos. &quot;Anualmente cerca de dez por cento do volume de neg&oacute;cios desaparece devido ao fim de ciclo de produto. Temos de os voltar a ganhar. Ou temos capacidade de gerar novos produtos ou vamos &agrave; procura&quot;, diz Jo&atilde;o Miranda. No &uacute;ltimo ano, sa&iacute;ram do laborat&oacute;rio, peda&ccedil;os de fruta para iogurte l&iacute;quido, processo complexo onde se tem de garantir a textura e tamanho correctos para que a futa possa ser engolida.

Apostas em Fran&ccedil;a e It&aacute;lia
A f&aacute;brica de Tortosendo, na Covilh&atilde;, est&aacute; actualmente a laborar a tr&ecirc;s turnos. Foi inaugurada em 2006 para facilitar a entrada da Frulact no mercado franc&ecirc;s, onde, mais tarde, a empresa comprou a unidade da GBP (Granger Bouguet Pau), em Vichy, por cinco milh&otilde;es de euros, numa estrat&eacute;gia de proximidade com os clientes. Em Julho do ano passado, foi adquirida outra f&aacute;brica em Fran&ccedil;a, desta vez do Kerry Group, em Apt. Para ter &quot;uma dimens&atilde;o cr&iacute;tica&quot;, a empresa decidiu transferir a produ&ccedil;&atilde;o de Vichy para Apt, num processo criticado pelos trabalhadores e que ainda corre nos tribunais. Jo&atilde;o Miranda explica que o objectivo, agora, &eacute; &quot;ter espa&ccedil;o para crescer&quot; e avan&ccedil;ar para o Benelux e It&aacute;lia.

A primeira tentativa de internacionaliza&ccedil;&atilde;o da Frulact n&atilde;o correu bem. Em 1999, a empresa chega a Marrocos &quot;para servir uma fileira de ind&uacute;strias do sector alimentar e o mercado de grande consumo&quot;, l&ecirc;-se na p&aacute;gina oficial. Mas, com a fronteira terrestre com a Arg&eacute;lia encerrada, os problemas foram muitos. &quot;Em 2000 deslocaliz&aacute;mos para a Tun&iacute;sia atrav&eacute;s de uma parceria. Tr&ecirc;s anos depois, fomos surpreendidos pelo nosso parceiro e por problemas que nos levaram a ter de vender a participa&ccedil;&atilde;o&quot;, conta.

Em 2008 a Frulact regressa a Marrocos e a f&aacute;brica serve de plataforma para o Norte de &Aacute;frica e M&eacute;dio Oriente. No mesmo ano tamb&eacute;m abre outra unidade na Arg&eacute;lia, que s&oacute; abastece o mercado local. No total, s&atilde;o seis unidades - tr&ecirc;s em territ&oacute;rio nacional - que exportam produto para grandes multinacionais como a Danone, por exemplo. Este ano a Frulact quer apostar na venda directa ao consumidor, depois de, em 2009, a marca Fru ter dado os primeiros passos no mercado portugu&ecirc;s.
]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6845</guid></item><item><title><![CDATA[Crianças obesas de 3 anos já apresentam sinais de risco cardíaco )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6844</link><description><![CDATA[As crian&ccedil;as obesas aos tr&ecirc;s anos j&aacute; apresentam sinais de inflama&ccedil;&atilde;o semelhantes aos associados a um maior risco de doen&ccedil;a card&iacute;aca em adultos, segundo um estudo da University of North Carolina em Chapel Hill, EUA, publicado na revista “Pediatrics”.

O estudo, que avaliou 16.335 crian&ccedil;as, com idades entre um e 17 anos, verificou que as crian&ccedil;as obesas apresentavam n&iacute;veis elevados de prote&iacute;na C-reactiva (PCR), um marcador de fase aguda que se eleva especialmente em processos inflamat&oacute;rios e infecciosos, e de outros dois marcadores de inflama&ccedil;&atilde;o card&iacute;aca: a rela&ccedil;&atilde;o de ferritina / satura&ccedil;&atilde;o de transferrina (F/T) e n&uacute;mero absoluto de neutr&oacute;filos (ANC).

De acordo com a investiga&ccedil;&atilde;o, os n&iacute;veis elevados de F/T come&ccedil;aram aos 6 anos de idade e os n&iacute;veis elevados de ANC foram verificados a partir dos 9 anos.

No adulto, n&iacute;veis elevados destes marcadores indicam um maior risco de desenvolvimento de doen&ccedil;as, nomeadamente de problemas card&iacute;acos.

No estudo, 70% dos participantes encontravam-se dentro do peso saud&aacute;vel, 15% tinham excesso de peso, 11% eram obesos e 3,5% eram muito obesos. E, no grupo de crian&ccedil;as com idades entre os 3 e os 5 anos, 42% dos que se apresentavam muito obesos tinham n&iacute;veis elevados de PCR, em compara&ccedil;&atilde;o com 17% dos que se encontram dentro do peso normal. Estas diferen&ccedil;as eram ainda maiores entre as crian&ccedil;as mais velhas, com 83% dos muito obesos na faixa et&aacute;ria dos 15 aos 17 anos a apresentarem n&iacute;veis elevados do marcador inflamat&oacute;rio.

“Isso &eacute;, definitivamente, uma surpresa para n&oacute;s”, destacou a investigadora Asheley Cockrell Skinner, uma das autoras do estudo, salientando ter sido constatada uma rela&ccedil;&atilde;o preocupante entre o aumento de peso e os marcadores inflamat&oacute;rios muito mais cedo do que seria esperado.

Os especialistas destacam, contudo, que o impacto global dessas descobertas ainda n&atilde;o est&aacute; totalmente esclarecido, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o ao risco de enfarte do mioc&aacute;rdio e AVC que estas crian&ccedil;as poder&atilde;o ter ainda na inf&acirc;ncia ou na idade adulta.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6844</guid></item><item><title><![CDATA[Apenas 16,8% dos europeus lê rótulos nutricionais )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6843</link><description><![CDATA[Os consumidores europeus est&atilde;o pouco sensibilizados para a leitura dos r&oacute;tulos nos alimentos. Esta &eacute; a principal conclus&atilde;o de um estudo organizado pelo Conselho Europeu de Informa&ccedil;&atilde;o Alimentar (EUFIC), levado a cabo em seis pa&iacute;ses: Reino Unido, Fran&ccedil;a, Alemanha, Pol&oacute;nia, Hungria e Su&eacute;cia.

A grande maioria dos entrevistados n&atilde;o perde tempo a ler os r&oacute;tulos nutricionais quando est&aacute; na loja e apenas 16,8 por cento, de um total de cerca de 6 mil inquiridos, procura a informa&ccedil;&atilde;o nutricional antes de fazer a compra.

Segundo Alexandra Bento, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa dos Nutricionistas (APN), o r&oacute;tulo “tal qual est&aacute; hoje, n&atilde;o &eacute; muito apelativo, nem &eacute; muito f&aacute;cil a sua leitura”, defende em declara&ccedil;&otilde;es ao Destak.

Apesar de a rotulagem nutricional n&atilde;o ser obrigat&oacute;ria, a maior parte das empresas j&aacute; coloca esta informa&ccedil;&atilde;o nas embalagens, embora nem sempre de forma apelativa ou leg&iacute;vel.

A presidente da APN disse ainda que a Uni&atilde;o Europeia “vai legislar” e “a curto prazo haver&aacute; orienta&ccedil;&otilde;es para rotulagem nutricional”.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6843</guid></item><item><title><![CDATA[Beber café reduz em 27% o risco de AVC )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6842</link><description><![CDATA[Beber caf&eacute; de forma regular parece reduzir o risco de acidente vascular cerebral (AVC), indica um estudo recente apresentado na confer&ecirc;ncia anual da American Stroke Association.

Esta informa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; totalmente nova mas tem import&acirc;ncia dado confirmar estudos anteriores.

Neste estudo, liderado pela investigadora Yangmei Li, epidemiologista da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, foram avaliados 23 mil homens e mulheres, que foram acompanhados durante dois anos.

Segundo nota enviada &agrave; imprensa pela autora do estudo, &quot;o consumo de caf&eacute; referido pelos mesmos pacientes apresentava uma rela&ccedil;&atilde;o inversa com o risco de AVC&quot;.

Em geral, as pessoas que relataram consumir qualquer quantidade de caf&eacute; tinham um risco de ter um AVC 27% menor que o dos que nunca consumiam a bebida.

&quot;Esta associa&ccedil;&atilde;o manteve-se quando foram considerados outros factores, como sexo, idade, classe social, n&iacute;vel educativo, tabagismo, consumo de &aacute;lcool, consumo de ch&aacute;, actividade f&iacute;sica, n&iacute;veis de vitamina C no plasma e diabetes&quot;, afirmou a investigadora, acrescentando que a redu&ccedil;&atilde;o do risco tamb&eacute;m foi &quot;independente do tipo de caf&eacute; que se consumia, com cafe&iacute;na, descafeinado, instant&acirc;neo ou mo&iacute;do&quot;.

No entanto, beber mais caf&eacute; n&atilde;o foi associado a uma maior redu&ccedil;&atilde;o do risco de AVC.

Estudos anteriores j&aacute; tinham associado o consumo de caf&eacute; a um menor risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2, um factor de risco importante para o AVC, e a um menor risco de desenvolvimento de doen&ccedil;a card&iacute;aca. Contudo, a maioria destes estudos foram realizados de forma pouco rigorosa.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6842</guid></item><item><title><![CDATA[Governo aceita cultivo de batatas transgénicas)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6841</link><description><![CDATA[No entanto, a decis&atilde;o de Bruxelas est&aacute; a gerar pol&eacute;mica. O executivo italiano j&aacute; veio propor uma frente unida de pa&iacute;ses contra a decis&atilde;o da Comiss&atilde;o Europeia.
O Governo disse aceitar o cultivo de batatas transg&eacute;nicas, como foi decidido esta ter&ccedil;a-feira pela Comiss&atilde;o Europeia, afirmando que esta decis&atilde;o vem na linha do que aconteceu j&aacute; com outros produtos geneticamente modificados.

O executivo portugu&ecirc;s, atrav&eacute;s do Minist&eacute;rio da Agricultura, disse &agrave; TSF aceitar a decis&atilde;o de Bruxelas de autorizar o cultivo e a comercializa&ccedil;&atilde;o de batatas geneticamente modificadas.

A tutela afirmou que esta &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o que surge no seguimento do que j&aacute; foi decidido para outros produtos geneticamente modificados.

Contudo, o governo de Roma fez saber que &eacute; absolutamente contra o cultivo de uma batata transg&eacute;nica, apelando a uma frente unida de pa&iacute;ses contra a decis&atilde;o do executivo comunit&aacute;rio.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6841</guid></item><item><title><![CDATA[Brasil: Primeiro Fórum Parlamentar contra a fome debate segurança alimentar)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6840</link><description><![CDATA[O Brasil vai ser palco do F&oacute;rum da Frente Parlamentar contra a Fome (FPH), cujo objectivo &eacute; estabelecer um espa&ccedil;o de di&aacute;logo entre os parlamentares e a sociedade civil organizada, que ter&aacute; lugar na cidade de S&atilde;o Paulo, entre os dias quatro e cinco de Mar&ccedil;o.

O objectivo &eacute; identificar estrat&eacute;gias comuns para construir a seguran&ccedil;a alimentar na Am&eacute;rica Latina e Caribe, e que o Direito &agrave; Alimenta&ccedil;&atilde;o seja uma realidade para todos, sendo que este F&oacute;rum ser&aacute; uma forma ampla de debate onde participam funcion&aacute;rios de governos e organismos internacionais, entre outros.

O encontro, organizado me conjunto pela Assembleia Legislativa de S&atilde;o Paulo, o Parlamento Latino-Americano e a Iniciativa Am&eacute;rica-Latina e Caribe sem Fome da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es unidas para a Agricultura e Alimenta&ccedil;&atilde;o (FAO), re&uacute;ne importantes personalidades de toda a regi&atilde;o, para trocar experi&ecirc;ncias e acordarem ac&ccedil;&otilde;es comuns para erradicar o problema da fome.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6840</guid></item><item><title><![CDATA[CE apresenta este Verão proposta de autorização de OGM)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6839</link><description><![CDATA[O Comiss&aacute;rio europeu para a Sanidade e Consumidores, John Dalli, tem a responsabilidade de preparar uma proposta, a concluir no pr&oacute;ximo Ver&atilde;o, que permita aos Estados-membros poderem escolher se querem ou n&atilde;o cultivar organismos geneticamente modificados (OGM) no seu territ&oacute;rio.

O documento da Comiss&atilde;o ter&aacute;  que seguir a linha do esbo&ccedil;o j&aacute; apresentado pelo presidente da Comiss&atilde;o Europeia, Dur&atilde;o Barroso, o qual considera poss&iacute;vel combinar um sistema de autoriza&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria, de acordo com crit&eacute;rios cient&iacute;ficos, com a liberdade dos Estados-membros para consentirem o cultivo de OGM. 

Em Conselho de Ministros do Meio ambiente da uni&atilde;o Europeia, realizado no passado m&ecirc;s de Junho, esteve em debate uma proposta apresentada pela &Aacute;ustria, que contou com o apoio de outros dez pa&iacute;ses, na qual coloca-se a possibilidade de cada pa&iacute;s ter capacidade de poder decidir, de forma individual, se quer cultivar plantas transg&eacute;nicas.

Em consequ&ecirc;ncia, os pa&iacute;ses a favor dos organismos modificados poderiam dar luz verde a estas culturas, mas sem qualquer altera&ccedil;&atilde;o ao procedimento actual de permiss&atilde;o das mesmas, mesmo nos pa&iacute;ses mais c&eacute;pticos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; biotecnologia, que desta forma tinham toda autonomia de proibir a sua produ&ccedil;&atilde;o a n&iacute;vel interno.

Os 10 pa&iacute;ses que apoiam a proposta aprsentada pela &Aacute;ustria s&atilde;o a Bulg&aacute;ria, Chipre, Gr&eacute;cia, Hungria, Irlanda, Let&oacute;nia, Litu&acirc;nia, Malta, Eslov&eacute;nia e a Holanda.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6839</guid></item><item><title><![CDATA[Algarve à conquista dos milhares de turistas que viajam pela gastronomia e vinhos)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6838</link><description><![CDATA[Degustar galinha cerejada de Monchique ou provar alguns dos 80 vinhos produzidos no Algarve pode ser o &aacute;libi para conquistar 2 600 milh&otilde;es de turistas europeus, cuja principal motiva&ccedil;&atilde;o para viajar &eacute; gastronomia e vinhos.

&laquo;H&aacute; 600 mil turistas europeus que colocam no topo das suas motiva&ccedil;&otilde;es para viajar e passar f&eacute;rias a gastronomia e os vinhos&raquo;, disse F&aacute;tima Coelho, do Turismo do Algarve, durante o semin&aacute;rio &quot;Hotelaria e Gastronomia&quot;, que decorreu ter&ccedil;a-feira na Universidade do Algarve. H&aacute; ainda dois milh&otilde;es de turistas europeus que t&ecirc;m como segunda motiva&ccedil;&atilde;o para viajar o turismo gastron&oacute;mico. 

&Eacute; a pensar no potencial econ&oacute;mico dos turistas gastr&oacute;nomos, e com base no Plano Estrat&eacute;gico Nacional de Turismo (PENT), que o Turismo do Algarve est&aacute; a tra&ccedil;ar e a implementar um plano para diversificar a oferta no sector da restaura&ccedil;&atilde;o e bebidas.

A cria&ccedil;&atilde;o de experi&ecirc;ncias integrais, como por exemplo uma estadia num hotel com prova de vinhos e visita a festivais gastron&oacute;micos da sardinha e do marisco, &eacute; apenas uma das actividades que pode servir de justifica&ccedil;&atilde;o para os turistas gulosos se deslocarem &agrave; regi&atilde;o, explicou F&aacute;tima Coelho, durante o tema &quot;Turismo e Gastronomia Regional&quot;.

Oferta de festivais “gourmet”, cria&ccedil;&atilde;o de rotas tur&iacute;sticas, apostar na forma&ccedil;&atilde;o profissional e organizar eventos gastron&oacute;micos, &agrave; semelhan&ccedil;a da &quot;Semana Gastron&oacute;mica&quot; em todo o Algarve em 2009, s&atilde;o outras hip&oacute;teses para conquistar um nicho de mercado que at&eacute; 2015 se prev&ecirc; que &laquo;atinja 1,2 milh&otilde;es de turistas em Portugal&raquo;, referiu o Turismo do Algarve, atrav&eacute;s de F&aacute;tima Coelho.

O turista europeu que viaja motivado pela gastronomia e vinhos gasta, por dia, entre 150 a 450 euros, viaja no m&iacute;nimo uma vez por ano, podendo somar at&eacute; cinco viagens por ano, t&ecirc;m entre 35 e 60 anos e goza de um elevado n&iacute;vel s&oacute;cio-cultural, explicou F&aacute;tima Coelho.

Dos todos os turistas europeus que viajam motivados pela comida, os franceses s&atilde;o o povo que mais procura o turismo gastron&oacute;mico, cerca de 16 por cento, seguidos pelos holandeses, 15 por cento e, em terceiro lugar, est&atilde;o os ingleses, com 11 por cento, indica um estudo feito no &acirc;mbito do PENT.

Estes turistas ficam, por norma, tr&ecirc;s a sete dias em cada uma das estadias e procuram os destinos entre tr&ecirc;s a cinco vezes por ano, ou seja, &laquo;s&atilde;o bons turistas para termos no Algarve&raquo;, real&ccedil;ou F&aacute;tima Coelho, referindo que o estudo do PENT indica ainda que Fran&ccedil;a, It&aacute;lia, Espanha e Holanda procuram Portugal em &laquo;terceiro lugar&raquo; como destino tur&iacute;stico gastron&oacute;mico.

Um dos intervenientes no semin&aacute;rio, o secret&aacute;rio geral da Associa&ccedil;&atilde;o de Hotelaria, Restaura&ccedil;&atilde;o e Similares de Portugal (AHRESP), Jos&eacute; Manuel Esteves, observou que depois do &laquo;clima&raquo;, &laquo;monumentos&raquo; e &laquo;simpatia do povo&raquo;, a &laquo;restaura&ccedil;&atilde;o&raquo; em Portugal vinha em quarto lugar na lista do &laquo;grau de satisfa&ccedil;&atilde;o do turista&raquo;.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6838</guid></item><item><title><![CDATA[Bruxelas autoriza cultivo e comercialização de OGM)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6837</link><description><![CDATA[A Comiss&atilde;o Europeia autorizou hoje o cultivo e comercializa&ccedil;&atilde;o de organismos geneticamente modificados (OGM) na Uni&atilde;o Europeia (UE), no primeiro caso a batata Amflora e no segundo tr&ecirc;s variedades de milho. 

A batata Amflora pode ser cultivada para fins industriais e a sua f&eacute;cula poder&aacute; ser usada em ra&ccedil;&otilde;es.

No caso do milho, tr&ecirc;s variedades receberam autoriza&ccedil;&atilde;o para serem usadas em alimenta&ccedil;&atilde;o humana e animal.
]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=6837</guid></item></channel>
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