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<title>Noticias do Portal de Seguranca Alimentar via RSS</title>
<link>http://www.segurancalimentar.com</link>
<description>Noticias do Portal de Seguranca Alimentar via RSS</description>
<language>pt-BR</language>
<webMaster>webmaster@segurancalimentar.com</webMaster>
<item><title><![CDATA[Trinta por cento dos adolescentes têm excesso de peso )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7189</link><description><![CDATA[Mais de 30% das crian&ccedil;as e adolescentes portugueses t&ecirc;m excesso de peso, segundo resultados de uma investiga&ccedil;&atilde;o da Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica.

O estudo, dirigido ao grupo et&aacute;rio dos 9 aos 18 anos, abrangeu todos os distritos portugueses e incluiu a an&aacute;lise de 5.708 adolescentes escolarizados. Os resultados indicam que a preval&ecirc;ncia de pr&eacute;-obesidade infanto-juvenil &eacute; de 22,6% e que a preval&ecirc;ncia da obesidade &eacute; de 7,8%.

“A investiga&ccedil;&atilde;o aponta para 30,4% dos adolescentes com excesso de peso. Estes valores s&atilde;o muito preocupantes, porque uma elevada preval&ecirc;ncia do excesso de peso traz consequ&ecirc;ncias, como o aparecimento da diabetes e de doen&ccedil;as cardiovasculares”, comentou &agrave; ag&ecirc;ncia Lusa Isabel Loureiro, da Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica (ENSP).

A l&iacute;der da investiga&ccedil;&atilde;o, cujo trabalho de recolha de dados decorreu entre 2008 e 2009, refor&ccedil;a o facto de a adolesc&ecirc;ncia ser uma das &uacute;ltimas grandes oportunidades de controlar o peso, para que o adulto n&atilde;o venha a tornar-se obeso.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7189</guid></item><item><title><![CDATA[Ribatejo investe 59 milhões de euros no sector agro-alimentar )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7188</link><description><![CDATA[O projecto envolve 34 empresas e entidades da regi&atilde;o que quer ser a mais avan&ccedil;ada na produ&ccedil;&atilde;o de bens de consumo.

O cluster agro-industrial do Ribatejo (CAR), iniciativa lan&ccedil;ada h&aacute; dois anos pela Associa&ccedil;&atilde;o Empresarial da Regi&atilde;o de Santar&eacute;m (Nersant), j&aacute; tem 25 projectos de inova&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento tecnol&oacute;gico em execu&ccedil;&atilde;o, num investimento total de cerca de 59 milh&otilde;es de euros, segundo garante o seu coordenador operacional, Rui Coutinho. 

Quatro contratos de financiamento, que envolvem um investimento total de 7, 7 milh&otilde;es de euros, foram assinados recentemente, numa cerim&oacute;nia em que esteve presente o ministro da Economia. 

Reconhecido em 2009 pelo Governo como Estrat&eacute;gia de Efici&ecirc;ncia Colectiva no &acirc;mbito do Quadro de Refer&ecirc;ncia Estrat&eacute;gico Nacional (QREN), o cluster re&uacute;ne 34 empresas e entidades da regi&atilde;o ribatejana e pretende concretizar investimentos de 70 milh&otilde;es de euros at&eacute; final de 2013. O objectivo &eacute; o de que o sector agro-industrial do Ribatejo seja reconhecido &quot;como um dos mais avan&ccedil;ados no que respeita &agrave; capacidade de produ&ccedil;&atilde;o de bens de consumo de elevada qualidade&quot;.

O projecto dinamizado pela Nersant contemplou a cria&ccedil;&atilde;o de uma Associa&ccedil;&atilde;o para o Desenvolvimento da Agro-Ind&uacute;stria que integra os 34 parceiros. A estrat&eacute;gia definida aposta na introdu&ccedil;&atilde;o de novas tecnologias nos processos produtivos para a conserva&ccedil;&atilde;o de alimentos, a valoriza&ccedil;&atilde;o de produtos acabados com base na sua rela&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica com o territ&oacute;rio, a valoriza&ccedil;&atilde;o e integra&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos e subprodutos da fileira com res&iacute;duos de outras actividades produtivas, o aumento da qualifica&ccedil;&atilde;o das empresas e o fomento do empreendedorismo.

Tratamento preferencial
O reconhecimento como uma iniciativa que integra a Estrat&eacute;gia de Efici&ecirc;ncia Colectiva permite que os projectos das entidades envolvidas tenham tratamento preferencial no acesso a sistemas de incentivos do QREN, com aumento das taxas de incentivo e concursos com verbas espec&iacute;ficas.

De acordo com Rui Coutinho, a maioria dos projectos j&aacute; em execu&ccedil;&atilde;o foram apresentados e aprovados pelo Proder (Programa de Desenvolvimento Rural) e est&atilde;o direccionados principalmente para &quot;o desenvolvimento de novos produtos e processos, para a moderniza&ccedil;&atilde;o de equipamentos, para a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica e para a investiga&ccedil;&atilde;o em parceria com institui&ccedil;&otilde;es de ensino&quot;, aspectos que correspondem &agrave;s principais linhas de orienta&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica do cluster.

O CAR envolve empresas como a Compal, a Caima, a Avipronto, a Oriv&aacute;rzea, a Silvex e a Sugalidal, o Instituto Polit&eacute;cnico de Santar&eacute;m - atrav&eacute;s da sua Escola Superior Agr&aacute;ria -, a Escola Profissional de Coruche, a C&acirc;mara de Almeirim e a Nersant, entre outros parceiros. Foi criado com a inten&ccedil;&atilde;o expressa de &quot;fomentar a inova&ccedil;&atilde;o e melhorar a competitividade das empresas do sector&quot;, procurando gerar sinergias entre todos os actores do sector, aproximar empresas e institui&ccedil;&otilde;es de ensino e de investiga&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento. 

O est&iacute;mulo de projectos de inova&ccedil;&atilde;o e de investiga&ccedil;&atilde;o que permitam criar novos produtos, novos m&eacute;todos e processos de trabalho e novas tecnologias &eacute; outra das metas do CAR, que se prop&otilde;e tamb&eacute;m apoiar a internacionaliza&ccedil;&atilde;o das empresas do sector, apostando na sua diferencia&ccedil;&atilde;o.

O projecto contempla sete projectos-&acirc;ncora, com realce para a cria&ccedil;&atilde;o de centros de transfer&ecirc;ncia de tecnologia alimentar e de compet&ecirc;ncias para a agricultura e agro-ind&uacute;stria, dotados com 7,5 milh&otilde;es de euros.
]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7188</guid></item><item><title><![CDATA[Comer peixe reduz risco de doença ocular nos idosos )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7187</link><description><![CDATA[Os idosos que comem peixes gordos pelo menos uma vez por semana parecem ter um menor risco de desenvolver degenera&ccedil;&atilde;o macular relacionada com a idade (DMRI) (uma doen&ccedil;a ocular que atinge os mais idosos), sugere um estudo publicado na revista “Ophthalmology”.

A equipa, liderada por Bonnielin K. Swenor, da Johns Hopkins University, em Baltimore, EUA, aponta como principal respons&aacute;vel pelo efeito protector da vis&atilde;o o &oacute;mega 3, um tipo de gordura encontrada em peixes como o salm&atilde;o, a sardinha e o atum.

Para a investiga&ccedil;&atilde;o, foram avaliados 2.520 adultos com idades entre os 65 e 84 anos que tinham sido submetidos a um exame &agrave; vista e que tamb&eacute;m responderam a um question&aacute;rio sobre a sua alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.

A equipa verificou que, do total, 15% tinham DMRI, nas fases iniciais ou interm&eacute;dias, e quase 3% apresentavam a doen&ccedil;a num estado avan&ccedil;ado.

Apesar de n&atilde;o ter sido identificada uma rela&ccedil;&atilde;o evidente entre o consumo de peixe e o risco de sofrer da doen&ccedil;a, foi registada uma rela&ccedil;&atilde;o entre o consumo frequente e uma menor probabilidade de apresentar a doen&ccedil;a num estado avan&ccedil;ado. Ou seja, os participantes que consumiam peixe rico em &oacute;mega 3 mais vezes por semana tinham uma probabilidade de apresentarem degenera&ccedil;&atilde;o macular avan&ccedil;ada 60% inferior &agrave; dos participantes que comiam menos peixe. E essa protec&ccedil;&atilde;o ocorria independentemente do g&eacute;nero, etnia e h&aacute;bitos tab&aacute;gicos.

Para al&eacute;m dos poss&iacute;veis efeitos do &oacute;mega 3, estudos cl&iacute;nicos t&ecirc;m apontado os suplementos com as vitaminas C e E, zinco e beta-caroteno como ben&eacute;ficos para a sa&uacute;de ocular.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7187</guid></item><item><title><![CDATA[Lucro da Danone cresce 10,1% no 1.º semestre )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7186</link><description><![CDATA[O lucro da Danone cresceu 10,1 por cento no primeiro semestre do ano, para 848 milh&otilde;es de euros, comparativamente a igual per&iacute;odo de 2009, anuncia o grupo alimentar franc&ecirc;s. A factura&ccedil;&atilde;o subiu 7 por cento na primeira metade do ano, para 8,36 mil milh&otilde;es de euros, refere a empresa em comunicado.

J&aacute; nos seis primeiros meses de 2009 o grupo registou um volume de neg&oacute;cios na ordem dos 7,52 mil milh&otilde;es de euros.

Por sua vez, o resultado operacional cresceu dois por cento, para 1,28 mil milh&otilde;es de euros, contra 1,21 mil milh&otilde;es de euros no primeiro semestre do ano passado. No final de Junho a Danone registava uma d&iacute;vida global de 3,2 mil milh&otilde;es de euros.

O presidente do grupo, Franck Riboud, considerou mesmo assim que os resultados alcan&ccedil;ados &quot;confirmam o bom come&ccedil;o do ano&quot;, destacando que a Danone vai continuar a investir em pa&iacute;ses, produtos e marcas de grande potencial.

Os resultados nos primeiros seis meses do ano, esclareceu, &quot;v&atilde;o permitir melhorar os objectivos definidos para 2010&quot;, possibilitando prever &quot;um crescimento das vendas da ordem dos 6 por cento, bem como uma margem operacional est&aacute;vel no final do exerc&iacute;cio&quot;.
]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7186</guid></item><item><title><![CDATA[180 megalojas podem abrir todo o Domingo )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7185</link><description><![CDATA[J&aacute; n&atilde;o falta muito para que os portugueses possam fazer compras num hipermercado ao Domingo &agrave; tarde. Mas n&atilde;o s&oacute; aqui. Lojas como o Ikea, Media Markt ou Decathlon tamb&eacute;m v&atilde;o poder funcionar em hor&aacute;rio alargado. Com a decis&atilde;o do Governo de acabar com o encerramento obrigat&oacute;rio de lojas com mais de dois mil metros quadrados ao domingo &agrave; tarde e feriados, 180 estabelecimentos podem agora abrir portas, se as c&acirc;maras o permitirem.

Os n&uacute;meros do Minist&eacute;rio da Economia mostram que 77 lojas do ramo alimentar e 103 de outras &aacute;reas v&atilde;o poder abrir portas num hor&aacute;rio que at&eacute; agora lhes estava vedado. O que contrasta com o elevado n&uacute;mero de lojas (2.579) que j&aacute; hoje podiam laborar neste regime - destas, 1367 pertencem ao ramo alimentar.

Na semana passada, o Conselho de Ministros aprovou na generalidade um decreto-lei que permite que os estabelecimentos comerciais, &quot;independentemente do seu formato&quot; possam estar abertos entre as seis da manh&atilde; e a meia-noite, &quot;todos os dias da semana&quot;. At&eacute; agora, as unidades comerciais acima de 2.000 metros quadrados s&oacute; podem funcionar entre as 8 e as 13 horas aos Domingos e dias feriados. Hor&aacute;rios alargados s&oacute; eram permitidos em Novembro e Dezembro devido ao per&iacute;odo de Natal.

&quot;Em todos os locais em que h&aacute; lojas que fecham, h&aacute; ao lado lojas que est&atilde;o abertas todo o dia e isto tamb&eacute;m criava problemas de concorr&ecirc;ncia&quot;, justifica, em Angola, o secret&aacute;rio de Estado do Com&eacute;rcio, salientando que muitas lojas eram constru&iacute;das com &quot;1.999 metros quadrados, estavam abertas todo o dia e ao lado estavam outras que podiam ter 2.001 [metros quadrados] e j&aacute; n&atilde;o podiam abrir&quot;.

Hipers prometem 5 mil empregos
O fim das restri&ccedil;&otilde;es &agrave; abertura de hipermercados e grandes superf&iacute;cies aos domingos vai criar cinco mil postos de trabalho j&aacute; nos pr&oacute;ximos 12 meses. A estimativa &eacute; da Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Empresas de Distribui&ccedil;&atilde;o (APED), que aplaudiu a decis&atilde;o do Governo de aprovar, em Conselho de Ministros, um diploma que acaba com esta imposi&ccedil;&atilde;o, permitindo que estes espa&ccedil;os passem a estar abertos todos os dias da semana, entre as 06.00 e as 24.00.

&quot;A cria&ccedil;&atilde;o de cinco mil empregos durante o pr&oacute;ximo ano &eacute; apenas o impacto inicial do fim dos limites de hor&aacute;rio&quot;, adiantou ao Jos&eacute; Ant&oacute;nio Rousseau, director-geral da APED, sublinhando que &quot;este n&uacute;mero dever&aacute; subir at&eacute; aos 8 mil em 2017, dependendo da abertura de novas lojas&quot;. De acordo com este respons&aacute;vel, &quot;em termos macroecon&oacute;micos, a aplica&ccedil;&atilde;o desta medida ter&aacute; um impacto de 2,5 mil milh&otilde;es de euros no PIB at&eacute; 2017&quot;. Os n&uacute;meros da APED indicam que o fim da restri&ccedil;&atilde;o de funcionamento vai abranger um total de 191 estabelecimentos com uma &aacute;rea superior a 2000 metros quadrados - 93 hipermercados e 98 espa&ccedil;os de retalho n&atilde;o alimentar.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7185</guid></item><item><title><![CDATA[Ingrediente da malagueta induz a perda de peso )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7184</link><description><![CDATA[Uma subst&acirc;ncia presente na malagueta, a capsaicina, pode induzir a perda de peso e de gordura ao desencadear mudan&ccedil;as ben&eacute;ficas no organismo, refere um relat&oacute;rio publicado no “Journal of Proteome Research”.

Estudos laboratoriais j&aacute; tinham demonstrado que a capsaicina conduz a uma menor ingest&atilde;o cal&oacute;rica, reduz o tecido adiposo e os n&iacute;veis de gordura no sangue. Contudo, at&eacute; ao momento, os cientistas ainda n&atilde;o desvendaram de que modo este ingrediente da malagueta consegue desencadear esses efeitos no organismo.

Uma vez que a obesidade &eacute; uma das principais amea&ccedil;as &agrave; sa&uacute;de p&uacute;blica mundial, estando relacionada com condi&ccedil;&otilde;es como a diabetes, doen&ccedil;as card&iacute;acas, press&atilde;o arterial elevada, entre outros problemas de sa&uacute;de, cientistas liderados por Jong Won Yun, da Daegu University, na Coreia do Sul, decidiram investigar mais aprofundadamente o modo de funcionamento da capsaicina.

Para tal, alimentaram ratinhos com uma dieta rica em gordura, adicionando &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o de metade deles capsaicina, enquanto os restantes n&atilde;o ingeriram a subst&acirc;ncia. Foi verificado que os roedores tratados com capsaicina perderam 8% do peso corporal e apresentaram altera&ccedil;&otilde;es nos n&iacute;veis de, pelo menos, 20 prote&iacute;nas-chave encontradas na gordura. &quot;Estas mudan&ccedil;as fornecem resultados valiosos sobre o mecanismo molecular do efeito anti-obesidade da capsaicina&quot;, apontam os cientistas, em comunicado enviado &agrave; imprensa, adiantando que, no futuro, esta subst&acirc;ncia poder&aacute; ser usada em f&aacute;rmacos contra a obesidade.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7184</guid></item><item><title><![CDATA[Domingos podem aumentar facturação em 3% )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7183</link><description><![CDATA[Analistas de mercado acreditam que as autarquias n&atilde;o v&atilde;o p&ocirc;r entraves &agrave; abertura aos domingos e feriados das grandes superf&iacute;cies comerciais. A abertura das lojas com mais de dois mil metros quadros de dimens&atilde;o aos domingos e feriados vai trazer receitas adicionais aos maiores operadores do sector que, no caso da Sonae, podem chegar aos cem milh&otilde;es de euros, 3% do neg&oacute;cio do retalho alimentar, estimam os analistas do Santander.
Os benef&iacute;cios da altera&ccedil;&atilde;o &agrave; lei v&atilde;o ser mais vis&iacute;veis para o grupo liderado por Paulo Azevedo, que det&eacute;m os hipermercados Continente, do que para a Jer&oacute;nimo Martins. 

As lojas de grande formato pesam 50 por cento na factura&ccedil;&atilde;o do retalho alimentar da Sonae, enquanto na dona do Pingo Doce valem 20 por cento (dados de 2009), refere uma nota da equipa de analistas do banco. Contudo, os impactos da medida, que ser&aacute; discutida na pr&oacute;xima quarta-feira durante a comiss&atilde;o permanente da concerta&ccedil;&atilde;o social, ainda v&atilde;o ser reduzidos este ano.

O Esp&iacute;rito Santo Equity Research &eacute; mais optimista quanto aos lucros acrescidos que a Sonae pode obter com a abertura dos hipermercados sem restri&ccedil;&otilde;es e diz mesmo que o Continente &quot;pode beneficiar de uma subida de vendas na ordem dos quatro ou cinco por cento&quot; e de um impacto positivo no EBITDA (lucros antes de juros, impostos, deprecia&ccedil;&atilde;o e amortiza&ccedil;&otilde;es). &quot;Esperamos uma canibaliza&ccedil;&atilde;o limitada com as lojas Modelo, j&aacute; que a sobreposi&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica &eacute; limitada&quot;, refere o banco.

A expectativa no mercado &eacute; a de que as c&acirc;maras municipais n&atilde;o v&atilde;o colocar entraves &agrave; abertura aos domingos e feriados das grandes superf&iacute;cies comerciais. Por um lado, porque a decis&atilde;o de encerrar os hipermercados e lojas de maior dimens&atilde;o &quot;pode aumentar o desemprego numa altura em que v&aacute;rias regi&otilde;es de Portugal t&ecirc;m taxas de desemprego muito altas&quot;; por outro, &quot;se algumas autarquias decidirem restringir os hor&aacute;rios de abertura, estes estabelecimentos podem ser prejudicados por uma deslocaliza&ccedil;&atilde;o [de consumidores] para concelhos vizinhos&quot; onde n&atilde;o h&aacute; proibi&ccedil;&atilde;o de abertura, refere o BPI.

Nem a Sonae, nem a Auchan (que tem 21 hipermercados Jumbo e dez supermercados P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car) quiseram revelar quais os impactos que o novo decreto-lei ter&aacute; nas receitas. Fonte de uma grande superf&iacute;cie disse que esta &eacute; uma &quot;boa oportunidade de neg&oacute;cio&quot; e ter&aacute; &quot;um impacto muito positivo no volume de vendas&quot;.

A par do aumento da factura&ccedil;&atilde;o, as empresas da distribui&ccedil;&atilde;o moderna - que incluem lojas t&atilde;o diversas como a Leroy Merlin, IKEA ou Moviflor - prev&ecirc;em um aumento dos custos com contrata&ccedil;&atilde;o de pessoal. Ontem o secret&aacute;rio de Estado do Com&eacute;rcio, Fernando Serrasqueiro, garantiu que o fim das restri&ccedil;&otilde;es de hor&aacute;rios pode criar mais de dois mil postos de trabalho directos e outros indirectos ainda n&atilde;o quantific&aacute;veis, em sectores como a limpeza, seguran&ccedil;a ou assist&ecirc;ncia. A Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa das Empresas de Distribui&ccedil;&atilde;o garante que ser&atilde;o oito mil os empregos directos e indirectos.

Para a Confedera&ccedil;&atilde;o do Com&eacute;rcio e Servi&ccedil;os de Portugal o argumento n&atilde;o &eacute; v&aacute;lido: haver&aacute;, sim, uma nova gest&atilde;o de recursos humanos, &quot;com transfer&ecirc;ncia de pessoal de per&iacute;odos com menor fluxo de clientes para os novos hor&aacute;rios de abertura&quot;.

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7183</guid></item><item><title><![CDATA[Grávidas podem beber um café por dia)]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7182</link><description><![CDATA[Um caf&eacute; por dia durante a gravidez n&atilde;o aumenta os riscos de aborto ou de parto prematuro, refere uma an&aacute;lise de dois estudos realizada pelo College's Committee on Obstetric Practice, dos EUA, e cujos resultados foram publicados na revista “Obstetrics &amp; Gynecology”.

Estudos anteriores relacionaram o consumo de doses elevadas de caf&eacute; durante a gesta&ccedil;&atilde;o com um maior risco de aborto, uma maior probabilidade de parto prematuro e com poss&iacute;veis danos no feto.

Baseados em dois estudos que acompanharam mais de duas mil gr&aacute;vidas, o College's Committee on Obstetric Practice destaca, em comunicado enviado &agrave; imprensa, que o consumo de at&eacute; 200 miligramas de cafe&iacute;na por dia &amp;#8722; o equivalente a uma ch&aacute;vena de caf&eacute; (137 mg de cafe&iacute;na), alguns refrigerantes (cada cont&ecirc;m, em m&eacute;dia, 37 mg de cafe&iacute;na) ou leite com chocolate, que cont&eacute;m entre 5 a 8 mg cada copo.

A an&aacute;lise dos estudos, liderada por David Savitz, do The Mount Sinai Medical Center, em Nova Iorque, n&atilde;o encontrou dados que relacionassem uma maior taxa de aborto espont&acirc;neo em mulheres que consumiram menos de 200 mg em diferentes etapas da gravidez. “N&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o de tudo ou nada. Enquanto algumas mulheres podem escolher cortar totalmente a cafe&iacute;na durante a gravidez, outras podem ficar muito incomodadas de n&atilde;o tomar um caf&eacute; por dia: ambas as op&ccedil;&otilde;es s&atilde;o v&aacute;lidas”, destacou o l&iacute;der da investiga&ccedil;&atilde;o, em comunicado enviado &agrave; imprensa.
]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7182</guid></item><item><title><![CDATA[Vinho: «Região do Dão é a Arca de Noé das castas»  )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7181</link><description><![CDATA[A Regi&atilde;o do Vinho do D&atilde;o &eacute; vista por conceituados cr&iacute;ticos estrangeiros como sendo &laquo;uma das mais interessantes de todo o mundo&raquo;, considerando-a a &laquo;Arca de No&eacute; das castas&raquo;.

O jornalista americano Paul White sustenta que &laquo;n&atilde;o h&aacute; outra regi&atilde;o no mundo que tenha mais castas desconhecidas que o D&atilde;o&raquo;. Segundo ele &laquo;o D&atilde;o &eacute; a arca de No&eacute; das castas&raquo;, numa alus&atilde;o &agrave; enorme variedade nesta regi&atilde;o vit&iacute;cola portuguesa.

J&aacute; o perito ingl&ecirc;s Charles Metcalfe destacou a regi&atilde;o do D&atilde;o como sendo uma das suas preferidas, &laquo;por causa da acidez que os vinhos revelam&raquo;. Aponta que se trata de &laquo;um vinho que se pode beber agora, ou daqui a 30 anos&raquo;. E conclui que &laquo;n&atilde;o h&aacute; muitas regi&otilde;es no mundo com vinhos com esta capacidade de longevidade&raquo;.

Paul White aponta os solos gran&iacute;ticos como um dos principais factores para que &laquo;o vinho do D&atilde;o tenha uma frescura natural e uma boa acidez&raquo;. Para al&eacute;m disso, &laquo;tamb&eacute;m os montes e os rios protegem as vinhas, permitindo a frescura do vinho, o baixo teor de &aacute;lcool e uma maior acidez&raquo;, acrescenta. Refere que em outras regi&otilde;es do mundo e at&eacute; de Portugal, os vinhos t&ecirc;m 14,5 ou 15 graus, enquanto &laquo;no D&atilde;o h&aacute; excelentes vinhos a partir de 13 graus&raquo;.

Tal caracter&iacute;stica fica a dever-se &laquo;&agrave; combina&ccedil;&atilde;o do solo excelente, com o clima e o facto de serem os produtores a trabalharem as pr&oacute;prias uvas&raquo;. O cr&iacute;tico americano sustenta ainda que actualmente &laquo;as pessoas no mundo est&atilde;o cansadas das mesmas castas&raquo;, nomeadamente a Chardonnay ou Sauvignon Blanc, e agora procuram coisas novas. &laquo;Em Portugal h&aacute; novos sabores e castas. No caso do D&atilde;o, h&aacute; ainda mais novos sabores e castas&raquo;, frisou.

De acordo com a organiza&ccedil;&atilde;o, este evento surge da necessidade de &laquo;fazer sair os vinhos do D&atilde;o da redoma, para que possam ser descobertos&raquo;. A iniciativa foi promovida pela Quinta da Boavista, Quinta de Carvalhais, Casa de Darei, Quinta da Bica, Quinta dos Roques, Quinta da Fonte do Ouro, Quinta da Pellada e Quinta de Vale das Escadinhas.

O evento “D&atilde;o – The Next Big Thing” reuniu seis jornalistas estrangeiros de renome do sector dos vinhos e uma s&eacute;rie de bloger’s portugueses. 

]]></description><guid>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7181</guid></item><item><title><![CDATA[Preços de exportação em alta na UE )]]></title><link>http://www.segurancalimentar.com/noticias_desc.php?id=7180</link><description><![CDATA[Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os pre&ccedil;os l&aacute;cteos de exporta&ccedil;&atilde;o, entre 12 e 23 de Julho, apresentaram reajustes positivos para todos os produtos na Uni&atilde;o Europeia. Na Oce&acirc;nia, a quase totalidade dos pre&ccedil;os apresentou um recuo quando comparados com a quinzena anterior, &agrave; excep&ccedil;&atilde;o do queijo Cheddar que se manteve est&aacute;vel.

Na Uni&atilde;o Europeia, o pre&ccedil;o m&eacute;dio do leite em p&oacute; inteiro (3.637,5 d&oacute;lares por tonelada) apresentou uma leve subida (+1,4 por cento) em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quinzena anterior, com valores entre 3.500 e 3.775 d&oacute;lares por tonelada. O pre&ccedil;o m&eacute;dio do leite em p&oacute; desnatado foi de 2.950 d&oacute;lares por tonelada, apresentando-se praticamente est&aacute;vel (0,4 por cento) em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quinzena anterior e os seus pre&ccedil;os variaram entre 2.800 e 3.100 d&oacute;lares. O valor m&eacute;dio do soro em p&oacute; foi de 875 d&oacute;lares por tonelada, sendo cotado entre 750 e 1000 d&oacute;lares, sendo o produto exportado pela UE que apresentou uma maior subida (+9,4 por cento).

A produ&ccedil;&atilde;o de leite na Europa continua baixa, seguindo sua tend&ecirc;ncia sazonal. As recentes subidas de temperatura e secas est&atilde;o a acelerar, ainda mais, essa tend&ecirc;ncia. A oferta de leite em baixa tem feito com que os processadores busquem o maior volume poss&iacute;vel de mat&eacute;ria-prima para formar stocks para necessidades futuras. Apesar disso, a maioria das ind&uacute;strias n&atilde;o deve passar por problemas de fornecimento.

Havia certa d&uacute;vida se a acentuada queda dos pre&ccedil;os no &uacute;ltimo leil&atilde;o da Fonterra, realizado no in&iacute;cio do m&ecirc;s, afectaria os pre&ccedil;os na Europa, mas essa d&uacute;vida foi sanada com os pre&ccedil;os a apresentarem varia&ccedil;&atilde;o positiva para todos os produtos. Pelo menos at&eacute; o momento, a Uni&atilde;o Europeia n&atilde;o parece ir seguir essa tend&ecirc;ncia de baixa.

Na Oce&acirc;nia, o pre&ccedil;o m&eacute;dio do leite em p&oacute; inteiro ficou em 3.250 d&oacute;lares por tonelada, com valores entre 3.000 e  3.500 d&oacute;lares, apresentando uma descida de 7,14 por cento face &agrave; quinzena anterior. O valor m&eacute;dio do leite em p&oacute; desnatado ficou em 3.125 d&oacute;lares por tonelada, praticamente est&aacute;vel (-0,8 por cento) em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quinzena anterior, com os pre&ccedil;os a variarem entre 2.950 e 3.300 d&oacute;lares. O pre&ccedil;o m&eacute;dio do queijo cheddar fechou a 3.950 d&oacute;lares por tonelada, com valores entre 3.800 e 4.100 d&oacute;lares por tonelada, e manteve-se est&aacute;vel em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quinzena anterior.

O valor m&eacute;dio da manteiga foi de 3.950 d&oacute;lares por tonelada na Oce&acirc;nia, significando um recuo de 2,47 por cento em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quinzena anterior, e apresentou uma subida de de 2,1 por cento na Uni&atilde;o Europeia, sendo cotado a 4.850 d&oacute;lares por tonelada.

Comerciantes e processadores de l&aacute;cteos ainda est&atilde;o a analisar o impacto causado pela significativa quebra de pre&ccedil;os do leil&atilde;o da Fonterra. A maioria dos produtos apresentou um recuo n&atilde;o t&atilde;o acentuado, &agrave; excep&ccedil;&atilde;o do leite em p&oacute; inteiro que caiu 7,14 por cento.

O volume de neg&oacute;cios tamb&eacute;m tem diminu&iacute;do &agrave; medida que os brokers esperam por uma maior estabilidade do mercado. Outra preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; que a procura chinesa por produtos l&aacute;cteos da Oce&acirc;nia possa enfraquecer, j&aacute; que a oferta de leite da China continua a aumentar numa traject&oacute;ria que poder&aacute; equivaler-se &agrave; respectiva procura.

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